SÃO PAULO

URGENTE: PM de SP ataca manifestação com bombas, tiros à queima roupa e prisões

quarta-feira 16 de janeiro| Edição do dia

Há poucos minutos a PM começou a reprimir a manifestação contra o aumento da passagem na Avenida Paulista. Desde o início da concentração a PM realizou diversas violentas abordagens e prisões arbitrarias de manifestantes.

Veja "Grave: PM está prendendo arbitrariamente em ato contra o aumento das passagens em SP

A polícia começou a atacar a manifestação com tiros de bala de borracha e diversas bombas de gás lacrimogênio e efeito moral.

A Praça do Ciclista, esquina da Avenida Paulista e Rua da Consolação, tradicional local de manifestações na capital paulista e onde o ato se reuniria esteve completamente militarizada para tentar impedir a manifestação.

A absurda escalada repressiva de Doria precisa ser enérgica e urgentemente denunciada. Esta escalada está em função de calar a raiva da juventude que procura ir às ruas denunciar o roubo ao bolso das trabalhadoras e trabalhadores que é este abusivo aumento das tarifas, e também esta repressão e tentativa de intimidação na capital paulista está em função de preparar o terreno para Doria apoiar Bolsonaro na tentativa de sufocar manifestações contra o principal objetivo da burguesia nos próximos anos: a Reforma da Previdência, que será apresentada nas próximas semanas.

Não aceitamos que nos calem. Exigimos a imediata libertação dos detidos e chamamos todas organizações políticas de esquerda, todos sindicatos e organizações democráticas a repudiar esta violenta agressão ao direito de manifestação.
A violência que tentam nos impor para passar seus ataques é porque temem a reação dos trabalhadores e da juventude à reforma da previdência e a cada ataque de Bolsonaro e dos capitalistas. Precisamos mostrar nossas força para derrota-los organizando em cada local de trabalho e estudo assembleias, reuniões, que exijam dos sindicatos e centrais sindicais um urgente plano de luta para derrotar qualquer tentativa de reforma da previdência, não basta mudar seu discurso é preciso organizar o amplo rechaço às reformas em luta.




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