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Trabalhadores da Unicamp em greve discutem ataques da reitoria com a população de Campinas

No segundo dia de greve, trabalhadores da Unicamp caminham até o DGA e o Hospital Universitário para diálogo com a população e setores que ainda não aderiram à greve.

quarta-feira 23 de maio| Edição do dia

Os trabalhadores da Unicamp, que entraram em greve nesta terça-feira, 22, começaram hoje pela manhã as atividades do seu segundo dia. Com a concentração no DGA (Diretoria Geral da Administração), o intuito de suas atividades hoje era o diálogo diretamente com a população sobre os ataques da reitoria que afetam diretamente a população de Campinas, através principalmente da precarização do Hospital Universitário.

Saíndo do DGA, os trabalhadores da Unicamp caminharam até o HC para o diálogo com a população de Campinas que faz diretamente o uso do Hospital. As atividades hoje se encerram no CAISM (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) para o diálogo com os usuários e em busca de apoio à greve e adesão de outros setores da universidade.

Em unidade com os trabalhadores, nós da juventude da Faísca, lutamos pela abertura do livro de contas da universidade para que os estudantes e trabalhadores, que são maioria, possam decidir à que projeto de universidade queremos construir. Por isso, junto com os trabalhadores, exigimos das entidades do movimento estudantil assembleias que organizem os estudantes para derrotar a reitoria reacionária de Knobel.




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