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Trabalhadores da USP chamam a formar um comitê unificado da USP e se incorporam às ações chamadas nesta semana

Os trabalhadores da USP aprovaram se incorporar às ações chamadas pelos estudantes essa semana e fazer um chamado à construir um comitê unificado da USP.

quinta-feira 25 de outubro| Edição do dia

Os trabalhadores da USP irão se incorporar aos chamados dessa semana contra Bolsonaro que acontecerão a USP. Hoje, 25 de outubro os estudantes chamam uma plenária dos três setores às 17h30 no espaço do DCE (ao lado do bandejão central).

Na sexta-feira, dia 26 de outubro, haverá um ato do #EleNão, que se concentrará à partir das 14h na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), seguira pela avenida Luciano Gualberto, passando pela Praça do Relógio, Crusp, Restaurante Central, Faculdade de Educação e avenida Vital Brasil. Os funcionários levarão como eixo: Derrotar Bolsonaro, o golpismo e as reformas! Que as centrais sindicais organizem milhares de comitês de luta.

Na quarta-feira, dia 31 de outubro, os trabalhadores chamam professores e estudantes a formarem um comitê unificado da USP para desde já construir uma forte mobilização contra os ataques à educação, à universidade pública e aos trabalhadores e a juventude. Os comitês de base são essenciais para construir a luta. Por isso, além do chamado à construção de um forte comitê unificado na USP, também foi remarcada à exigência às centrais, como a CUT (de Fernando Haddad) e a CTB (de Manuela D’Ávilla) que rompam com o imobilismo e construam milhares de comitês nos locais de trabalho para organizar a nossa classe para derrotar a extrema-direita.

Os trabalhadores e trabalhadoras da USP aprovaram na assembleia do dia 18 de outubro o voto crítico em Haddad, contra Jair Bolsonaro e a direita golpista, sem dar nenhum apoio político ao PT, que durante anos governou conciliando com os interesses da burguesia e mantendo a classe trabalhadora paralisada através da CUT.

A derrota dessa extrema direita, que se apoia na sede de lucros dos empresários, precisa se dar com a nossa luta, com os métodos da classe trabalhadora. E os comitês nos locais de trabalho e estudo são essenciais para organizar a nossa classe.




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