Trabalhadores da UNESP de Marília se posicionam contra repressão a estudantes

Na última semana, professores e funcionários da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP de Marília realizaram assembleia de cada setor em que deliberaram posição contrária a repressão que vem sendo aplicada contra os estudantes da unidade pela direção local.

sexta-feira 10 de novembro| Edição do dia

Na segunda-feira, professores se reuniram em assembleia da categoria em que se posicionaram contrários ao interdito proibitório aplicado a quatro estudantes da faculdade que estavam em luta contra as 35 sindicâncias que também estão em curso. Os servidores realizaram assembleia na terça-feira, em que se posicionaram contrários tanto aos interditos proibitórios quanto às sindicâncias.

Esses importantes apoios serão expressos na próxima Congregação da unidade, a se realizar no dia 21 deste mês.

Os três setores organizaram uma plenária conjunta na manhã desta sexta-feira (10), dia em que tanto professores quanto servidores paralisaram juntando-se a greve geral chamada pelas centrais sindicais contra os ataques do governo Temer.

Nela foram debatidos as Reformas Trabalhista, da Previdência, a PEC do teto do governo golpista do Temer, o recente PL920 do governo Alckmin enquanto medidas que visam descarregar a crise nacional e também das universidades públicas nas costas dos trabalhadores e dos estudantes pobres.

Membros dos três setores apontaram que elementos da Reforma Trabalhista já estão sendo implementados na universidade mesmo antes de entrar em vigor.

Também foram debatidos os casos de repressão local e nas estaduais paulistas enquanto forma de garantir que os ataques sejam aprovados sem resistência do movimento estudantil e de trabalhadores.

Uma próxima Plenária dos Três Setores foi marcada para o dia 27 de novembro, às 14h. É de extrema importância a presença massiva dos trabalhadores e estudantes locais para a construção de uma aliança forte para barrar os ataques e a repressão.




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