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Terceirizados da saúde fazem vaquinha para trabalhar porque Crivella não paga o salário

quinta-feira 28 de novembro| Edição do dia

Foto: Ricardo Borges/Folhapress

A crise da saúde no Rio de Janeiro cada vez mais vem se agudizando, trabalhadores terceirados estão há três meses sem salários tendo que se alimentar em seus locais de trabalho através de “vaquinhas” feitas por acompanhante e pacientes.

O prefeito Crivella que em sua campanha eleitoral prometeu “cuidar das pessoas”, pelo contrário, cada vez mais vem precarizado e inviabilizando o acesso à saúde a população usuária no município do Rio de Janeiro. Mais de 22 mil funcionários terceirizados estão com salários atrasados, tendo que trabalhar sem insumos básicos como soro, álcool, gaze e inclusive estão com as refeições suspensas por falta de repasse das empresas terceirizadas responsáveis pela alimentação. No Centro de Emergência Regional Leblon, acompanhantes e pacientes estão arrecadando dinheiro para viabilizar a alimentação e a passagem dos trabalhadores terceirizados.

Leia também: Trabalhadores da saúde sem salário: Crivella ameaça a existência do SUS no Rio

Enquanto isso a Secretaria de Saúde culpabiliza a antiga gestão sem ao menos dar uma resposta a situação caótica que se encontra a saúde no Rio de Janeiro. Há falta de pagamentos em cinco hospitais, quatro coordenações regionais de emergências, nove UPAs e mais de 150 clinicas da família espalhadas pela cidade.

Os trabalhadores vem se mobilizando contra a precarização e ataques à saúde, tendo algumas categorias entrado em greve e realizado atos nas ruas e em locais de trabalho.

Convidamos todos a estarem no próximo dia 10/12 no ato unificado em frente à prefeitura do Rio!




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