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Temer quer pagar a compra de votos dos deputados com a sua aposentadoria

Orçamento é consumido pela previdência, diz Temer, esquece de dizer sobre os 10 bilhões que distribuiu entre seus amigos ruralistas

sexta-feira 4 de agosto| Edição do dia

Como era de se esperar o teto de gastos deixará em situação de penúria os recursos básicos. Para 2018, o governo golpista de Temer diz que o deficit da previdência irá aumentar em 50 bilhões e comerá ainda mais recursos, enquanto isso na véspera de ser salvo por corruptos da denuncia que daria prosseguimento as investigações, Temer jantou com 60 ruralistas e anunciou perdão de 10 Bilhões da previdência, a medida ficou conhecida como Refis do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

O governo tem que aprovar o primeiro passo da definição do orçamento na Lei de Diretrizes e Bases de 2018 ainda este mês, e diz que não há margens para 2018. As promessas são de ainda mais cortes nos direitos da população.

Rodrigo Maia soltou declaração, publicada no Jornal O Globo: " A equipe econômica precisa me convencer de que a elevação da meta é inevitável. Preciso ter um plano de ação para que o país volte a gerar superavit." O cinismo é visível, visto que o governo quer aprovar o novo Refis que reduzirá as receitas de 13 Bi para 500 milhões, mas o os caciques corruptos não parcecem muito preocupado em obter essas receitas, visto que beneficiam diretamente grandes empresários aliados.

Temer e sua equipe esquecem de dizer que o rombo na previdência é forjado, pela DRU (desvinculação de receitas da união), isto é, as pedaladas fiscais legalizadas em 30 por cento de redistribuição da receita, o que significa que o governo pode estar usando a receita da previdencia para comprar deputados ou para pagar a divida pública, que são as prioridades do governo no momento. além de Temer perdoar dividas e distribuir propinas em pelo menos 15 bilhões na CCJ e 3 Bilhões na votação sobre o continuidade do processo contra o presidente na câmara de deputados.

O teto de gastos aprovados ano passado preveem o reajuste do orçamento em gastos primários (saúde, educação, saneamento, segurança, etc..) pelo nível da inflação, com a inflação atual de 3,52% o governo poderia aumentar para o ano de 2018 somente R$44,1 Bilhões de reais. O projeto chega ao cumulo que faz necessário uma alta na inflação para um reajuste maior, enquanto isso os gastos financeiros com pagamento da divida pública e operação de cambio ficaram de fora do projeto e continuam a onerar metade do orçamento anual do governo, que se aperta ao menor investimento em serviços básicos desde 2003, mas o lucro dos banqueiros está garantido.

Por sua vez, a meta fiscal (receita primaria menos gastos) de deficit de 129 Bilhões fixada pelo governo é insuficiente para suprir gastos básicos, que garantiriam um mínimo de disnidade à população.




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