Política

Temer o eterno golpista aprova aumento de quase 40 mil reais para o STF

O aumento para os ministros do STF foi de 16%, aumentando seus salários para quase 40 mil reais foi sancionado hoje pelo golpista Temer. O prazo para aprovação ou revogação da medida era essa semana, mas a mesma pressa que o governo tem para atacar os trabalhadores, tem para aumentar seus privilégios.

segunda-feira 26 de novembro| Edição do dia

O ilegítimo presidente Temer sancionou hoje, segunda-feira (26), o reajuste para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), para “amenizar” os impactos nas contas públicas, Luiz Fox, ministro do STF, revogou o auxilio moradia para juízes, integrantes do ministério público, defensorias públicas e tribunais de contas.

Os salários base que já eram no valor de 33 mil reais agora chegam a 39 mi com o ajuste aprovado, o auxilio moradia concedido a esses senhores era no valor de 4,3 mil reais. O novo ajuste custará 4 milhões ao governo, que com a desculpa de crise econômica segue atacando os direitos dos trabalhadores.

No concreto “retirar” o auxilio moradia desses senhores que recebem uma verdadeira fortuna por mês, com esse aumento de salário e todos s outros “benefícios” que permanecem é nada na verdade. Enquanto o salário mínimo aprovado para o próximo ano não chega nem a mil reais, os ministros do STF recebem um aumento de 6 mil reais. Tudo isso com a ameaça da reforma da previdência que um dia após as eleições já era pauta do governo bolsonarista parece até piada, querem que trabalhemos até morrer nas condições mais precárias possíveis, enquanto ministros do STF, eleitos por ninguém, tem salários milionários e aumentos absurdos!

Está mais do que claro a quem serve a justiça e o governo, e quem paga a conta são os trabalhadores. Esse setor da sociedade, parlamentares, juízes e empresários, andam de mãos dadas em prol de seus lucros, privilégios e luxos, para isso atacam e retiram direitos mínimos de quem de fato trabalha, de quem de fato produz.

É um absurdo que isso continue acontecendo, a classe trabalhadora já provou diversas vezes a sua força, as centrais sindicais como a CUT (PT) e a CTB (PCdoB) precisam romper com a sua paralisia e organizar em cada local de trabalho uma enorme luta contra a reforma da previdência, pelos direitos dos trabalhadores. Não é uma oposição parlamentar passiva e sem peso que vai de fato poder enfrentar o próximo período que se avizinha.




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