Temer é acusado de receber 1 milhão em dinheiro vivo pela JBS

terça-feira 1º de agosto| Edição do dia

Na véspera de votação da denuncia do MP ao golpista Michel Temer na câmara de deputados mais um escândalo no qual o presidente poderia estar envolvido é revelado, segundo a Revista Época, o presidente teria recebido 1 milhão de Reais em notas de 50 para a campanha de 2014.

A reportagem da revista detalha 2 funcionários da JBS, se encontrando com o faz-tudo de Temer, João Baptista Lima Filho e entregando grande caixote no qual estariam R$1 Milhão de Reais em notas de 50 destinados a Temer, na véspera da campanha presidencial em 2014.

Segundo detalha a reportagem, ao fazer aportes através do BNDES, haveriam pedágios de 4% a ser divididos pelos políticos e empresários, Temer teria recebido 15 Milhões desse montante e repassado a correligionários, nessa mesma campanha a JBS teria investido cerca de R$600 milhões, R$433 milhões oficialmente e outros R$145 Milhões distribuídos ilegalmente.

Joesley Batista, em sua delação declarou dar propina a pelo menos 1800 políticos de todas as esferas do país, o acerto desses 15 Milhões, incluído a parte de Michel Temer, detalhados na reportagem teria sido feito através de Guido Mantega e recebido por João Baptista Lima Filho.


planinha da JBS vazada pela revista

A JBS, que faz parte do grupo J&S é controlada pela norte-americana Blessed Holding e que por sua vez é controlada por 2 fundos de pensão nas Ilhas Cayman, um verdadeiro emaranhado de controladores, como tem se caracterizado os capitalistas em suas empresas, escondidos atrás de holdings, empresas controladoras e fatias, repartidas pelos sócios.

Mais uma vez, Michel Temer é acusado por empresários e pessoas ligados a JBS do recebimento de propina, dessa vez não mais de corrupção passiva e obstrução a justiça como em acusação feita pelo Ministério Publico, mas recebendo ativamente R$1 mihão de Reais, o golpista, envolto em grandes esquemas junto a grandes empresários e uma casta de corruptos ataca ao trabalhador com um pacote de ataques que precarizarão as relações e condições de trabalho no Brasil.




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