Educação

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Socialite Viviane Senna tem reunião secreta com equipe de Bolsonaro para assumir MEC

Viviane Senna, socialite que fez a sua fortuna simplesmente por ter o nome do seu irmão, se reuniu na manhã desta quarta feira em Brasilia com a equipe de Jair Bolsonaro é está sendo cotada para ser ministra da educação. Viviane comanda o instituto Ayrton Senna.

quinta-feira 15 de novembro| Edição do dia

Imaegem: Reprodução do Twitter/Joice Hasselmann

Como já não bastasse o cenário monstruoso que reserva para a classe trabalhadora e demais setores populares da sociedade, sempre pode piorar.

O encontro secreto foi confirmado pela Folha através da assessoria do instituto por meio da nota. A nota do instituto privado de Vivane, que não tem nenhum compromisso com a educação pública e como bom instituto privado vai acabar ganhando com o sucateamento da educação pública e a privatização do ensino.

Viviane soltou uma nota: ’’O Instituto Ayrton Senna foi convidado pela equipe do governo eleito para apresentar um diagnóstico e caminho de melhoria da educação brasileira’’. De acordo com pessoas que integram o gabinete de transição, o nome de Viviane é estudado para assumir a Educação do próximo governo. Durante a campanha, a presidente da ONG visitou Bolsonaro em sua casa no Rio de Janeiro.

A desculpa da reunião é para não chamar atenção, mas sabemos que a intenção principal é atacar profundamente os professores e alunos da escola pública. Viviane se reuniu com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em uma agenda secreta, fora do escritório de transição. A reunião teve a participação de Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, a deputada ultra-reacionária Joice Hasselmann e de integrantes do Movimento todos pela educação.

A educação pública não precisa de alguém que vive de fazer caridade para ganhar benefícios a si próprio, mas só vamos avançar por uma educação pública, gratuita e de qualidade se cada professor, estudante e trabalhadores da educação saírem as ruas pra lutarem por suas demandas. São estes que tem real interesse em defender a educação e são estes que estão primeiro na lista para serem atacados pelo governo do Bolsonaro.




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