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Petrobrás | Sob ordens de Bolsonaro, refinarias da Petrobrás são recolocadas à venda com preço ainda mais barato

No país todo, os petroleiros estão rejeitando em assembleias a proposta absurda de privatização de diversas refinarias da Petrobrás. Se for votada a privatização geral da Petrobrás proposta por Arthur Lira, os petroleiros disseram que vão entrar em greve. Bolsonaro e Guedes querem vender por um preço ainda mais barato refinarias que ainda não foram compradas.

terça-feira 28 de junho | Edição do dia

Imagem: Ueslei Marcelino/Reuters

Em alguns lugares, como no RJ, também está sendo votado que se uma das refinarias que está na iminência de ser vendida, que é a REGAP, em Minas Gerais, entrar em greve para resistir à esse ataque, o RJ também vai entrar em apoio aos petroleiros em MG e lutando pela unidade nacional contra as privatizações.

Veja mais: Novo presidente da Petrobrás dará seguimento à política de desmonte e privatização de Bolsonaro

Em comunicado que pode ser lido na íntegra aqui, a direção da Petrobrás, a mando de Bolsonaro e Guedes, realiza um novo esforço para entregar a Petrobrás à preço de banana.

A Petrobrás já concluiu a venda de outras refinarias: "A Petrobras concluiu a venda da RLAM, em 30/11/2021, e as refinarias REMAN, LUBNOR e SIX já tiveram seus contratos de compra e venda celebrados e aguardam o cumprimento das condições precedentes (...)".

E agora estão sendo revendidas a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), no Paraná, e a Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP).

Já tentaram vender essas refinarias, mas não houve comprador, e portanto agora estão vendendo mais barato ainda. É para dar o desconto em cima do desconto, enquanto a classe trabalhadora paga e os petroleiros sofrem os ataques.

Esse ataque é mais uma expressão da sanha neoliberal e privatizadora de Bolsonaro, Guedes e todo o clã bolsonarista, que querem privatizar a Petrobras para coloca-la a serviço não da classe trabalhadora e do povo pobre, mas sim a serviço dos lucros dos capitalistas. Somente a luta organizada da classe trabalhadora e dos petroleiros pode barrar essa privatização e avançar para conquistar uma Petrobras 100% estatal, gerida pelos próprios trabalhadores, e a serviço da classe trabalhadora e povo pobre.




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