Educação

Seguindo seu plano neoliberal de ataques Guedes disse que "irá passar a faca no Sistema S"

Paulo Guedes, o guru econômico ultra neoliberal de Bolsonaro, não se cansa e segue seus planos para implementar maiores ataques e informa que irá fazer corte de 50% do "Sistema S" que engloba Sesi, Senai, Sesc, entre outros, onde atacará diretamente juventude e aos trabalhadores.

segunda-feira 17 de dezembro de 2018| Edição do dia

Entusiasta da reforma Previdência, coloca na agenda do dia todas as formas, para através dos ataques aos direitos mínimos dos trabalhadores, manter os lucros e privilégios de banqueiros e empresários. Seu plano para o controle dos gastos públicos começa com a própria reforma da Previdência, que pretende transformar a Previdência em um plano de capitalizações, que no fim é um plano para que os setores mais pobres da sociedade trabalhem ate morrer, passa por um processo de aceleramento das privatizações, defendendo a venda de tudo que é público para garantir mais lucros para os empresários, casta da qual faz parte, por fim a última do “brilhante” guru econômico de Bolsonaro é a proposta de cortar a verba do Sistema S (que engloba organizações do sistema produtivo, como Sesi, Senai, Sesc, entre outros).

Em declaração a Globonews indagou: “Como é que você pode, cortar isso, cortar aquilo e não cortar o Sistema S? Tem que meter a faca no Sistema S também”, quando Guedes se refere aos cortes esquece apenas de mencionar que todos s cortes propostos afetam diretamente os trabalhadores e favorecem diretamente banqueiros e empresários. O controle dos gastos proposto por Guedes é claramente uma manobra para fazer com que os trabalhadores paguem pela crise capitalista. Seus objetivos nada obscuros, são de entregar nossas estatais para o capital estrangeiro e retirar a maior quantidade de direitos trabalhista que conseguir. O controle de Guedes não é bem um controle, mas sim uma forma de garantir o lucro dos capitalistas.

Em consonância com os planos de Bolsonaro, Guedes é mais uma das faces macabras do próximo governo, que pretende cortar todos os gastos possíveis que invistam nos mínimos direitos conquistados pelos trabalhadores. Começando pelas privatizações de tudo o que for possível, passando pela reforma da Previdência e culminando no investimento na educação em parcerias com o Sistema S que apesar de todas as suas problemáticas inclui muitos jovens no mercado de trabalho e nos espaços culturais. Guedes quer acabar com a vida dos trabalhadores e da juventude, e precarizar ainda mais o trabalho para ter mão de obra mais barata para os capitalistas e favorecer ainda mais seus esquemas milionários.

Seu projeto inclui apostar também nas privatizações do sistema educacional, estando diretamente ligado a pelo menos sete instituições nesse ramo, a proposta de corte de verba para o Sistema S que será de no mínimo 30%, mas que segundo Guedes deve ser de 50%, é uma das formas de endossar esse projeto.

Escancaradamente o governo que se forma, tendo Bolsonaro a frente e Guedes como seu braço direito, é um governo de ataques e misérias para os trabalhadores e de mordomias e privilégios para os empresários, apenas uma saída anti-imperialista pode colocar um fim aos planos do próximo período, que as centrais sindicais como a CUT e a CTB saiam de sua paralisia e organizem suas bases para se enfrentar com um dos governos mais reacionários que esse pais já viu.

Veja: Construir uma força anti-imperialista da classe trabalhadora para enfrentar os planos de Bolsonaro, dos golpistas e do autoritarismo judiciário




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