VIVA A GREVE DOS PROFESSORES DA PREFEITURA DE SP

Segue a luta dos professores municipais contra os ataques dos golpistas.

domingo 26 de março de 2017| Edição do dia

Neste sábado dia 05/03 os professores do munícipio realizaram um ato na Av. Paulista. Os professores deflagraram greve no dia 15/03, seguindo o calendário que foi aprovado na CNTE ( conferência nacional dos trabalhadores da educação), em janeiro, junto a outros estados e municípios no país. O dia 15/03 foi um dia emblemático para classe trabalhadora, depois das centrais sindicais anunciarem e fazerem vários ensaios de greves gerais falidas, neste último dia 15M a grande massa de trabalhadores de várias categorias foram as ruas contra a reforma da previdência e os professores do município seguem em greve.

Entre as pautas dos professores do município esta a luta contra a reforma da previdência, mas também contra a medida que institui o regime de previdência complementar para os servidores municipais (sampaprev), em tramitação na câmara desde o ano passado na gestão do Haddad (PT). No entanto, esta categoria não admite esses ataques e hoje deram grande demonstração de força, em um ato que reuniu certa de 10 mil professores e professoras com o apoio de pais e alunos.

No ato, os professores se posicionaram contra a terceirização denunciando as manobras do governo golpista para acabar com os direitos trabalhistas. A greve, continua com um movimento forte de politização e atos regionais, com comandos de greves atuantes em cada região de São Paulo, com uma pauta política que se coloca na ordem do dia e tem apoio da sociedade.

A corrente dos Professores Pela Base esteve presente hoje no ato com um bloco vivo que contou com a presença de trabalhadores da usp (sintusp) e da juventude faísca, a luta contra os ataques do governo golpista atinge o conjunto da classe, portanto vamos cercar os professores que são tribunos do povo de solidariedade. Abaixo o governo golpista. Contra a reforma da previdência, a reforma trabalhista e a terceirização. Professores do município, sua luta e nossa luta!
Para que esta importante luta seja vitoriosa é preciso que a CUT e a CTB rompa com a trégua dada ao governo de Temer e coloque em pé um plano de luta que transforme a paralisação do dia 28,29 e 30 numa verdadeira greve geral. A CUT que através da APEOESP no dia 15 não declarou greve junto com os professores da prefeitura e depois soltou uma carta dizendo que a manobra do governo de Temer em anistiar os servidores público representaria uma vitoria, deve no dia 28 colocar a categoria em luta e unificar com os professores da prefeitura.




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