Política

GREVE NO RS

Sartori mais uma vez deixa os servidores do RS na miséria

quinta-feira 30 de novembro| Edição do dia

82% dos servidores não irão receber hoje!

Os trabalhadores em educação do RS que estão há quase 90 dias em greve contra os ataques do governo Sartori e o grande conjunto dos demais servidores do RS não receberão salário hoje.

Sartori durante a greve do magistério gaúcho anunciou o fim do parcelamento, mas trocou a forma de pagamento dos salários criando um calendário de escalonamento dos mesmos.

O estopim do início da greve do magistério em setembro foi quando o governo depositou apenas R$ 350 reais aos servidores. O escalonamento feito pelo governo Sartori no mês passado teve como primeiro depósito o valor de R$ 2000 reais e deixou grande parte dos professores sem salário.

Ontem o governo anunciou o pagamento de quem ganha até 1200 reais deixando a maioria dos educadores e servidores do RS sem salário na conta, tendo que amargar com enormes quantidades de juros bancários frutos dos parcelamentos e escalonamentos ao longo de 3 anos.

A permanência na greve de uma parte do educadores do RS demonstra a vontade de lutar da categoria, mesmo que a direção do Cpers tenha por duas vezes em assembleia acabar com a greve.

Por isso a greve que dura quase 90 dias deve se tornar um grande ponto de apoio para a construção da greve geral do 5D contra os ataques de Temer e Sartori que estão juntos nos ataques contra os trabalhadores tentando fazer com que trabalhemos até morrer e também contra o ajuste fiscal de Sartori que pretende deixar o salário dos servidores congelados por mais 3 anos e também quer vender o patrimônio público estadual aos empresário com o seu ajuste fiscal.

Para isso é necessário que tomemos essa luta em nossas mãos desde casa escola do RS e locais de trabalho dos demais servidores erguendo um forte movimento, cercando a Alergs em dias de votação como também parando o RS na greve geral para derrotar os ataques de Temer e Sartori.

Sartori não conseguiu cortar o ponto, nem demitir professores contratados, nem mobilizar voluntários aposentados. Organize reuniões em sua escola, elejam um representante sindical que leve a opinião e as demandas da base para pressionar essas direções traidoras. Agora é a base pela base! Retomemos a nossa força e dignidade!




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