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Sartori debocha dos servidores com indenizações miseráveis pelos meses de parcelamento

Os valores de multa que o governo está pagamento pelos atrasos chega em alguns casos a centavos. No país dos juros bancários mais caros do mundo.

quinta-feira 30 de agosto| Edição do dia

O governador Sartori (MDB) já deu muitas mostras do desprezo que tem pelos trabalhadores do serviço publico e pelo povo gaúcho. Não nos esquecemos quando debochou da demanda dos professores pelo piso salarial, mandando procurar o piso da Tumeleiro (loja de materiais de construção em Caxias do Sul).

As indenizações que entraram no contra cheque dos servidores é um insulto ainda pior. Os valores vão de 0,11 centavos, 2 reais, 4 reais, depois de anos de parcelamento, com os servidores pagando juros e multas cada vez mais altos aos bancos.

Esse desprezo podemos ver nos discursos do candidato Sartori, que ostentando um cinismo deplorável diz que o que ele fez era o melhor para o servidores, que de outra forma seria ainda pior. Vocaliza as ameaças, das finanças, do agronegócio e empresários contra os trabalhadores e o povo do Rio Grande do Sul e de todo o país para que aceitemos as condições miseráveis que querem nos impor, seus parcelamentos e privatizações, ou virão com medidas ainda piores.

O próximo governador do Rio Grande do Sul vai se enfrentar com as mesmas condições de crise econômica e fiscal da atualidade. Sem romper com a lei de responsabilidade fiscal, o pagamento da divida com o governo federal que abastece o pagamento da divida pública do país, seguirão o caminho de ajustes contra a classe trabalhadora e o povo.

Rossetto, candidato pelo PT, que foi um dos responsáveis diretos pela campanha da Dilma em 2014, que prometeu não ajustar e fez o oposto, não é confiável. É retomando o caminho das greves de 2015 e 2017 que enfrentaremos os ataques que virão, sem esquecer que para isso também temos que nos organizar e retomar o sindicato para as mãos dos professores e superar a burocracia petista que sempre atua na defesa da estabilidade e da ordem contendo e traindo as greves.




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