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Rio de Janeiro vota hoje lei que paga aposentadoria para militares expulsos

Autor do projeto, Paulo Ramos (ex-PSOL, hoje sem partido), pretende abranger os servidores do estado do Rio.

quinta-feira 22 de fevereiro| Edição do dia

A questão é: um militar expulso da corporação por ter cometido homicídio, tráfico de drogas ou qualquer outro tipo de crime deve se aposentar tranquilamente?

Hoje, vemos a corrida dos golpistas ao lado de Temer tentando fazer de tudo com suas propagandas para convencer a população de que a reforma da previdência é positiva. Agora, para os militares vale até mesmo pagar aposentadoria para os que forem expulsos.

“Há de se ressaltar que o regime previdenciário do servidor público é diferenciado, portanto não é justo que o mesmo trabalhe, e que esse tempo não seja contabilizado para aposentadoria, prejudicando, inclusive, seus pensionistas”, argumenta o autor da ação, Paulo Ramos.

Aparentemente Paulo Ramos tem um lado. O lado do braço armado do estado, a polícia que serve apenas para reprimir a população e suas manifestações, além de proteger a propriedade privada.

Não se deve apoiar essa medida, que se for aprovada hoje precisará apenas da sanção do governador Pezão, que obviamente também está ao lado da polícia.

A polícia não tem que ter carreira, pois não devemos pagar para o estado nos reprimir. A polícia deve acabar, principalmente se considerarmos as acusações de crimes dos policiais dos morros e favelas no Rio de Janeiro.

Essa medida quer manter impune essa corporação que mata o povo o pobre todos os dias nos morros, favelas, periferias, aldeias e todas as cidades.




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