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RBS mente ao dizer que educadores foram buscar apoio da FEDERASUL

Mais uma vez a RBS tenta iludir a população gaúcha e defender Sartori e os grandes empresários do RS.

quinta-feira 16 de novembro| Edição do dia

Na matéria vinculada ontem à noite (15), a RBS mais uma vez mente descaradamente e distorce os fatos, dizendo que a marcha de professores e funcionários do RS que percorreu as principais ruas da capital e culminou com um trancaço nas 3 portas da FEDERASUL, foi com o intuito de buscar apoio da entidade que representa os principais representantes do empresariado gaúcho para tensionar uma audiência com o governo.

Ao contrário do que a RBS noticiou a atividade de ontem não foi para buscar o apoio desses setores que são os principais sonegadores do estado e que recebem benefícios do governo Sartori como grandes isenções fiscais de imposto e que são um dos os grandes responsáveis pela crise no RS.

O ato foi não para buscar o apoio da FEDERASUL, mas para denunciar que ali se encontram os grandes sonegadores do estado e também denunciar as grandes isenções fiscais que estes setores do empresariado gaúcho recebem do governo Sartori. Foi um ato para dizer que os capitalistas devem pagar por essa crise que não foi gerada pelos trabalhadores ao contrário da política de Sartori que pretende com o regime de recuperação fiscal do RS, jogar ainda mais a crise sobre os ombros dos trabalhadores do RS, vendendo o patrimônio público estadual e congelando os salários dos servidores por mais 3 anos e mantendo a sonegação e as isenções fiscais de imposto.

A atividade foi de grande impacto fechando as portas da FEDERASUL e após a chegada da tropa de choque da polícia o ato se deslocou pelas principais ruas de POA até o palácio Piratini, denunciando os capitalistas do RS que continuam lucrando com a miséria dos servidores e população gaúcha.

Cada ataque da mídia sonegadora aliada de Sartori devemos responder com mais lutas denunciando suas mentiras e erguendo uma saída dos trabalhadores para a crise do RS como o confisco de bens dos sonegadores, o fim das isenções fiscais de imposto e a taxação sobre as grandes fortunas dos ricos do RS.




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