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Protesto na Av. Paulista em frente ao Consulado chileno rechaça a repressão de Piñera

Nesta tarde, em frente ao Consulado chileno na Av. Paulista, ocorreu um protesto em rechaço ao estado de emergência e a forte repressão militar impostos pelo presidente Sebastián Piñera, após o Chile ser tomado por manifestações contra o aumento das tarifas do transporte e a precaridade das condições de trabalho.

segunda-feira 21 de outubro| Edição do dia

Nesta tarde, em frente ao Consulado chileno na Av. Paulista, ocorreu um protesto em rechaço ao estado de emergência e a forte repressão militar impostos pelo presidente Sebastián Piñera, após o Chile ser tomado por manifestações contra o aumento das tarifas do transporte e a precaridade das condições de trabalho.

Veja a declaração de Ruben Arriagada, imigrante chileno que junto a outros chilenos, descendentes e apoiadores das manifestações, se reuniram em frente ao Consulado:

No ato, os manifestantes cantaram músicas que recordam dos tempos da ditadura e ergueram cartazes denunciando os efeitos do programa econômico implementado pelos militares no governo de Pinochet.

O governo Bolsonaro se espelha na mais sanguinária ditadura militar que já existiu na América Latina, não só em declarações, como quando deixou claro sua admiração por Pinochet e de todo o massacre, torturas e mortes, mas também sua inspiração no plano econômico, com o projeto neoliberal da Reforma da Previdência de Paulo Guedes - um velho Chicago Boy - sendo praticamente uma cópia da Reforma chilena.

Nesta segunda-feira, 90% dos portos chilenos foram paralisados, professores e estudantes marcham por grande cidades chilenas como Antofagasta, o maior sindicato de mineradores do Chile chama pela Greve Geral. Mesmo com toda repressão do governo que além do toque de recolher já assassinou pessoas, feriu e prendeu centenas, milhões de pessoas se manifestam no Chile.

Acompanhe a luta dos chilenos:

- Maior sindicato de mineradores do Chile apoia manifestações e chama greve geral

- Chile: portuários em pé de guerra, 20 portos paralisados nesta segunda

Abaixo o estado de emergência no Chile! Pelo chamado de uma greve geral no Chile até a conquista de suas demandas! É possível erguer um movimento, ao lado também dos trabalhadores e indígenas do Equador, que se levante contra a direita e a extrema direita na América Latina e as medidas de descarregar a crise nas costas dos trabalhadores internacionalmente.

Leia também o editorial do MRT: O retorno da luta de classes e o medo de Bolsonaro




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