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Professores de universidades peruanas saem às ruas

Na segunda jornada de um plano de luta de três dias de paralisação, docentes das universidades nacionais do Perú se mobilizaram durante a manhã desta quinta-feira reivindicando a homologação de seus salários como indica a lei 30.220

sexta-feira 7 de outubro| Edição do dia

Desde a manhã de quinta, o centro de Lima presenciou a marcha de docentes de distintas universidades nacionais do Perú, que com suas bandeiras e músicas exigiram uma série de reivindicações.

Os trabalhadores da educação superior estão pedindo que o governo cumpra com a lei 30.220, a qual afirma no artigo 96 que os salários dos docentes devem ser equiparadas com os honorários recebidos por um juiz de primeira instância.

Atualmente um docente auxiliar ou contratado recebe 1280 novos soles peruanos (aproximadamente 375 dólares) enquanto um policial recebe 3000 soles (878 dólares).

Denunciaram também a demissão de 30 docentes por limites de idade e exigem a abolição da lei universitária 30220, a qual determina que não se pague aos mais velhos de 70 anos.

Desde o carro de som, em alta voz, os dirigentes sindicais reivindicaram maior repasse para as universidades e denunciaram a atual gestão de PKK (Pedro Pablo Kuczynski) que desinveste na educação mas destina 8 bilhões de dólares para a compra de armamento militar.

Durante a tarde, uma assembleia de sindicalistas definirá os passos a seguir para viabilizar suas demandas; e nesta sexta ocorre o terceiro dia da jornada de paralisação universitária.

A concentração aconteceu ao meio dia, em frente ao centro cultural Casona da Universidade de San Marcos




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