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Retorno inseguro das aulas | Professores da Unioeste entram em greve contra o retorno presencial das aulas

Decisão foi tomada em assembleia realizada na última quinta-feira (27/01) pelo Sindicato da categoria (Adunioeste) onde firmaram a paralisação por pelo menos 15 dias. Índices epidemiológicos mostram um avanço da Ômicron e um aumento no número de casos e óbitos na região oeste do Paraná.

quinta-feira 3 de fevereiro | Edição do dia

Foto: Marcos Oliveira

Professores da Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) entraram em greve na última segunda-feira (31/01) por não concordarem com o retorno presencial das aulas, de acordo com o Sindicato dos Docentes da Unioeste (Adunioeste). As aulas presenciais retornaram em 24 de janeiro, com exceção do campus Foz do Iguaçu, que vai manter as aulas remotas até 7 de fevereiro.

A paralisação foi definida em assembléia realizada dia 27 de janeiro, mas de acordo com o sindicato, as aulas têm sido remotas. A greve tem duração inicial de 15 dias.

De acordo com a vice-presidente do Adunioeste, Sabrina Grassiolli, o motivo da paralisação é o aumento crescente no número de casos de Covid-19 na região:

"Existem índices epidemiológicos, pelos quais nos baseamos e vemos no Brasil inteiro o acelerado número de contaminações, o crescente número de mortes, isso não é diferente aqui na região onde tem todos os Campi da universidade. Índices de ocupação de leitos de UTI de mais 70% no estado. Esse número é primordial porque mostra que o sistema público está sobrecarregado. Situação está critica e nós como universidade, não podemos contribuir para que ela piore".

Na última terça-feira (01/02) a Adunioeste soltou uma nota pública do comando de greve repudiando as afirmações da reitoria da Unioeste que afirmam que não terão validade as aulas ministradas remotamente, nos termos aprovados pelas assembleias que deflagraram greve. Leia aqui.




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