Política

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Professores da UFCG paralisam contra a Reforma da Previdência hoje

A decisão foi tomada após assembleia realizada no dia 7/2, segundo a Associação dos Docentes da UFCG (AdufCG). Hoje os professores da universidade e também do Instituto Federal de Campina Grande (IFCG) juntam-se às manifestações contra a reforma da previdência, mas estão mobilizados na Paraíba desde o carnaval.

segunda-feira 19 de fevereiro| Edição do dia

Em outras instituições no Estado, como a UFPB e a UEPB, não há paralização. Mas os professores da universidade estadual começaram o dia de hoje com panfletagens no campus de Campina Grande, antecedendo o ato que está marcado para as 9 horas.

O Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) deliberou por consenso em Brasília, nos dias 3 e 4/2, a paralização de todo o setor. A decisão dos professores de Campina Grande segue essa deliberação, mas [infelizmente] não são todos os servidores públicos federais que estão em greve hoje contra a reforma da previdência.

Para parar de fato o Brasil, é preciso não apenas que as categorias atendam aos chamados como o das centrais sindicais (que foi para um dia lutas quando deveria ser para uma greve geral) ou como o do Fonasefe e Fonacate. Desde o Esquerda Diário e MRT viemos fazendo a exigência de que as centrais sindicais convoquem uma greve geral já contra a reforma da previdência e a intervenção federal no RJ, e pelo direito do povo decidir em quem votar. Além de convocar, mesmo que um dia de lutas como o de hoje que é importante mas fica à reboque das forças que é preciso mover para derrubar ataques da magnitude que os trabalhadores têm sofrido, é preciso construir desde a base, com panfletagens e assembleias em cada universidade e cada fábrica, uma luta à altura de derrotar Temer, as reformas e os ataques aos direitos democráticos e elementares da população, principalmente pobre e negra.




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