Opinião

Primeiro atira, depois pergunta: PMs atiram a queima roupa no rosto de uma mulher no MT

Na ultima sexta-feira (17), dois policiais atiraram em uma mulher no município de Sorriso no Mato Grosso.

quarta-feira 22 de janeiro| Edição do dia

Os registros feitos por uma câmera de segurança, mostram Elizangela Moraes, 44 anos, sentada em um banco com o namorado, quando dois militares viraram a esquina e efetuaram os disparos. Elizangela foi atingida no rosto e no pescoço, passou por cirurgia e seu estado é estável.

O namorado da vítima, Osvaldo Pereira Gomes Neto, em entrevista para o G1, declarou que não conheciam os policiais que chegaram atirando sem falar nada.

Os policiais militares estão em prisão preventiva. A Corregedoria Geral da Polícia Militar irá avaliar a permanência dos policiais na instituição.

É um absurdo que uma situação com essa seja naturalizada, mas diante do governo Bolsonaro a policia militar tem cada vez mais legitimidade para matar. Os casos aumentam a cada dia, onde primeiro se atira e depois se pergunta. O projeto de segurança publica do governo Bolsonaro, é na verdade carta branca para que a polícia a cada dia mais atue de forma arbitrária e assassine a população a seu bel prazer.

A ação da Corregedoria, pretende avaliar se os policiais permanecerão na instituição, mas sabemos muito bem que a polícia que investiga a polícia também age de forma de arbitrária e se articula para isentar na maioria das vezes policiais envolvidos em casos como esses. Como por exemplo a isenção dos policias que assassinaram 9 jovens em Paraisópolis.

Saiba mais:Delegado isenta Polícia Militar das 9 mortes em Paraisópolis defendendo a ação




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