Política

ELEIÇÕES 2018

Presidente do PSL convoca “fiscais de Bolsonaro” para acompanhar urnas neste domingo

O Presidente do PSL, Gustavo Bebianno, convoca em vídeo os eleitores de Bolsonaro para serem fiscais das urnas neste domingo, dia 07.

sexta-feira 5 de outubro| Edição do dia

Bebianno começa seu vídeo de convocação dizendo que não basta votar, os soldados de Bolsonaro devem ser fiscais das urnas no domingo, já que elas não são confiáveis. “Chegamos até aqui com lágrimas, suor e literalmente sangue, o sangue derramado do nosso capitão”, diz ele.

Os soldados de Bolsonaro tem duas opções para o domingo, ser um fiscal voluntário ou um fiscal oficial do PSL, um verdadeiro “fiscal do Jair”, comparecendo no fechamento das urnas para obter cópias de boletins de urnas e fornecê-las ao partido. Querem garantir que Bolsonaro esteja a frente de qualquer maneira.

Falam em fraude nas urnas mas não falam do aumento de 432% do patrimônio de Eduardo Bolsonaro através da política, ou com o fato de bicheiros estarem diretamente apoiando Bolsonaro. Um bando de hipócritas que querem garantir um projeto reacionário para o país.

Seus interesses é para que o projeto de país que saia vencedor das eleições, manipuladas pelo judiciário que abre espaço à Bolsonaro, seja a de um programa ultraneoliberal que quer escravizar os trabalhadores diante do capital estrangeiro, sendo mais submisso ao Imperialismo, destilando para isso seu ódio aos trabalhadores, negros, mulheres e lgbts com medidas para aprofundar a precariedade da vida, como todas as reformas e a repressão que esse candidato defende.

Mais do que nunca se coloca a necessidade de construir uma alternativa de luta que possa enfrentar de fato essa escória da humanidade que é a extrema-direita de Bolsonaro, para isso que nós do Esquerda Diário, junto com as candidaturas de Diana Assunção, Maíra Machado e Marcelo Pablito em São Paulo, Flávia Valle em Minas Gerais e Val Muller no Rio Grande do Sul, nos colocamos. Construir uma alternativa que supere o PT pela esquerda e que aposta na mobilização dos trabalhadores, das mulheres, dos negros e da juventude contra o golpismo e a extrema direita, levantando um programa para que os capitalistas paguem pela crise.




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