RIO DE JANEIRO SUPERFATURADO

Presentão de Paes: Superfaturada Ciclovia Tim Maia desaba novamente interditando estrada

quinta-feira 15 de fevereiro| Edição do dia

FOTO: Agência Brasil

A Ciclovia Tim Maia, um dos "legados" - presentes de grego - do ex prefeito Eduardo Paes, desabou novamente na manhã de hoje (15), deixando a Autoestrada Lagoa Barra interditada. As causas são o forte temporal, e o desvio de verbas ocorrido com o superfaturamento desta obra.

O trecho desabado da Ciclovia, por sua vez, estava interditado. Afinal de contas, assim que esta Ciclovia foi inaugurada por Eduardo Paes, foi questão de meses para que ela desabasse com uma onda do mar, em abril de 2016, matando 2 pessoas.

Este é mais um dos resultados das obras superfaturadas que estão sendo investigadas aos montes, feitas na prefeitura anterior. O novo prefeito, bispo-licenciado Crivella, também não escapa da responsabilidade, já que está emuma "turnê" na Europa enquanto o Rio estra em estado de calamidade por causa das chuvas, deixando ao menos 3 mortos como relatamos ainda hoje.

O Esquerda Diário publicou uma denúncia repercutida em diversos meios, ainda em 2016, que dizia:

A fome de lucro que caracteriza os movimentos dos políticos como Eduardo Paes e seus parceiros expressa-se na aprovação de projetos que, como o da Ciclovia Tim Maia, não atendem padrões mínimos para uma infraestrutura do tipo. Por outro lado e para piorar o cenário, a empresa responsável pela obra da ciclovia a Construmat, é propriedade da família do atual secretário de Turismo, Antônio Pedro Viegas Figueira de Mello, situação no mínimo suspeita e que configura uma situação mais do que propícia e um terreno fértil para os esquemas de corrupção que o PMDB tanto gosta. (Do artigo "
Desabamento de Ciclovia é mais um esquema de corrupção do PMDB"
.)

No entanto, até o momento, nenhuma providência foi tomada nem pela justiça, nem por Crivella, afinal de contas, estão todos unidos para "abafar o caso" de uma dentre inúmeras obras de empreiteiras que seguem se beneficiando comprando os políticos em troca de licitações, obras, concessões, superfaturamento etc, à exemplo da Linha 4 do Metro, os BRT, VLT, estádios de futebol e olímpicos.




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