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Paralisação | Portuários no Rio fazem paralisação em meio a greve nacional da categoria

Trabalhadores de diferentes categorias portuárias do município do Rio e Itaguaí, cruzaram os braços hoje como parte da paralisação nacional dos portuários.

sexta-feira 28 de janeiro | Edição do dia

Os trabalhadores de várias categorias portuárias, tanto no Rio como em outros Estados do país, protestam contra a retirada de direitos, pela falta de abertura de vagas para novas contratações que precariza cada vez mais o trabalho, que é cada vez realizado por menos trabalhadores e contra a privatização dos portos promovida pelo Governo Bolsonaro.

Hoje aconteceu uma paralisação nacional em diversos portos do país. A paralisação dos portos do Rio e de Itaguaí foi organizada pela intersindical portuária no Rio de Janeiro, que reúne trabalhadores da Estiva, portuários e demais categorias portuárias.

Esses ataques contra essas categorias fazem parte de uma série de privatizações, como na Petrobras, nos Correios e todas as categorias que estão sofrendo com a retirada de direitos para aumentar o lucro das patronais.

O Esquerda Diário se fez presente na paralisação, levando solidariedade à luta dos trabalhadores. No ato realizamos entrevistas com alguns trabalhadores das categorias sobre a paralisação, veja abaixo entrevista com um dos trabalhadores da paralisação:

A trabalhadora terceirizada da saúde, Desiree Carvalho, do MRT e do Esquerda Diário falou no ato, trazendo nossa sociedade e também fez fala em saudação o petroleiro Leandro Lanfredi. Em sua fala, disponível abaixo, chamou a unidade entre os trabalhadores das diversas categorias e pontuou o papel que os sindicatos poderiam estar cumprindo para isso:

É importante que cada luta dos trabalhadores que acontece seja cercada de solidariedade por cada organizações que se reivindica socialistas. É nesse sentido que nós do esquerda diários nos fazemos presentes e achamos importante que cada luta que aconteça conte com o apoio ativo dos sindicatos e centrais sindicais dirigidos por correntes socialistas, como a CSP-Conlutas, e agrupações classistas como o Polo Socialista e Revolucionário para contribuir a sua vitória e à unidade dos trabalhadores contra os patrões e os governos.




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