Mundo Operário

DENÚNCIA

Porteiros das clínicas da família terceirizados da empresa RJ SERV estão há 2 meses sem salário

Enquanto a pandemia se agrava e o sistema de saúde do Rio entra em colapso, os porteiros da clínica da família estão tendo que trabalhar sem salários.

quarta-feira 29 de abril| Edição do dia

Estamos há dois meses do primeiro caso de Covid-19 ter sido confirmado no Brasil. Essa data coincide com outro triste fato: os porteiros das clínicas da família estão há 2 meses sem receber seus salários. Apesar disso estão trabalhando no meio da pandemia. Para piorar a situação os benefícios, essenciais pros trabalhadores conseguirem ir e se alimentar no trabalho, como vale-transporte e vale-refeição estão sendo depositados de forma fragmentado.

Segundo denúncia anônima, os supervisores alegam que a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro – RioSaúde, que contratou a empresa de terceirização com sede em Niterói, não fez o repasse à RJ SERV.

Tanto Crivella quanto a empresa são responsáveis pelos trabalhadores estarem sem salário. Se já não bastasse o aumento da carga de trabalho pela pandemia e a falta de EPI’s e insumos, os trabalhadores estão sendo privados até mesmo de seu salário. É bom lembrar que não é a primeira notícia de trabalhadores da saúde sem salário no Rio durante à pandemia. Também não é ocasional que isso ocorra com os trabalhadores terceirizados, o setor mais precário e vulnerável. Nesse marco, acreditamos que deveria ser uma bandeira de todos os trabalhadores e setores populares, em especial os da saúde que estão na linha de frente, a contratação imediata dos terceirizados sem necessidade de concurso, com iguais direitos e condições a todos trabalhadores da saúde!




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