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“Pobrezinhos” dos parlamentares: no Chile, políticos podem sofrer uma redução salarial que deixaria seus rendimentos em R$ 38.757

A proposta de diminuição de 25% da receita parlamentar, apresentada pelo presidente da Câmara do Senado, deixaria o atual salário em 7 milhões de pesos chilenos, isso sem considerar as atribuições.

quinta-feira 24 de outubro de 2019| Edição do dia

Considerando os rendimentos brutos atuais, no valor de $ 9.349.881 (R$ 51.676) pesos chilenos, se for aprovada a proposta apresentada pelo PPD (Partido Pela Democracia) de Jaime Quintana e Lagos Weber, o salário atual parlamentar, sem contar os benefícios, cairia para $ 7.012.388 (R$ 38.757) pesos chilenos.

Mesmo assim, estes 7 milhões de pesos, são equivalentes a 23 vezes o salário mínimo atual, que é no valor de $ 301.000 pesos (R$ 1.663). Tal redução não acaba com a diferença abismal que recebe a classe trabalhadora, isto é, uma renda média mensal entre todos os salários, cerca de 400 mil pesos, mais especificamente $ 343.234 pesos para mulheres e $ 411.100 pesos para homens, segundo os últimos dados do INE (Instituto Nacional de Estatísticas) do Chile.

Estas são as insuficientes medidas que o Governo e os partidos da ordem, em especial a velha Concertación (Coalizão de Partidos pela Democracia), buscam para tentar conter os protestos populares, com reformas demagógicas e mínimas, que hoje tem de enfrentar o Governo por todo o Chile, sob um Estado de emergência.




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