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GREVE PROFESSORES MG

Pimentel não atende demandas e professoras iniciam greve em Minas Gerais

Em meio a mobilizações, protestos e greves em mais de 150 países nesta quinta-feira (8), as professoras do Estado de Minas Gerais iniciam sua greve contra os ataques do governo de Fernando Pimentel (PT).

sexta-feira 9 de março| Edição do dia

Na assembleia da educação da rede do Estado de Minas Gerais realizada no pátio da Assembleia Legislativa de Minas no dia 28 de fevereiro, as professoras aprovaram a deflagração da greve a partir de ontem (8) pelo pagamento do piso salarial e contra a destruição que Pimentel está fazendo na educação.

A greve que começou nesta quinta-feira, no mesmo dia que milhares de mulheres saiam às ruas ao redor do mundo, se inicia porque o governo não cumpriu acordos assinados e o pagamento do piso salarial. A categoria também pede o fim do parcelamento dos salários e do 13º e um atendimento de qualidade pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).

De acordo com a assessoria de imprensa do Sind-UTE-MG, oito carreiras entraram em greve, como professores, diretores, supervisores e cantineiras, por exemplo.
Na capital mineira ao menos 89 escolas paralisaram suas atividades nesta quinta-feira. Nas cidades de Uberlândia e Uberaba estão em greve por tempo indeterminado, segundo o Sindicatos Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG), 66 escolas estaduais em Uberlândia e 40 em Uberaba.

Em Juiz de Fora, na Região da Zona da Mata, Servidores da rede estadual de educação iniciaram greve por tempo indeterminado. De acordo com informações do Sind-UTE, ainda não há dados sobre adesão nas cerca de 100 escolas da área na subsede.

De acordo com o calendário de luta votado em assembleia pelas professoras, nos próximos dias 9, 13 e 14 seguirá a construção do movimento de greve, sendo que no dia 12 acontecerá assembleias e atos locais, com uma nova assembleia marcada para o dia 15.




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