Educação

CRISE NO RIO

Pezão ordena que professores e servidores da UERJ tenham corte de 30% nos salários

Mais um ataque de Pezão à UERJ que não podemos deixar passar.

sexta-feira 24 de março de 2017| Edição do dia

Pezão ordenou que professores e servidores da UERJ sofrerão corte de 30% nos salários. Não podemos deixar passar isto, que é mais um ataque brutal de Pezão para descarregar a crise nas costas de trabalhadores. Depois de manter a UERJ fechada durante 4 meses, Pezão decidiu por aplicar na UERJ mais este brutal ataque, em sintonia com os ataques aos trabalhadores pelo golpista Temer. A conta das isenções fiscais e da Dívida Pública, que antes era passada aos servidores através do parcelamento de salário, agora vai vir com desconto na folha de pagamento. São milhares de servidores que estudaram a vida toda para praticar a sua função de servir o povo, sofrendo este ataque por parte dos políticos cheios de privilégios que nunca são cortados, por isso não podemos deixar que este corte aconteça.

A notícia saiu no blog do Ancelmo Gois, e é mais uma prova de que o "plano de recuperação" fiscal de Pezão e Temer nada tem a ver com salvar o Rio de Janeiro, mas sim transformá-lo em uma nova Grécia, com sucateamento dos serviços públicos, fez com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro aonde milhares de trabalhadores terceirizados já haviam sido demitidos, e quem esta na mira agora são professores e servidores efetivos.

Carolina Cacau, estudante da UERJ e ex candidata do MRT pelo PSOL declarou que: "é um absurdo o que estão fazendo com nossa Universidade, a primeira a implementar cotas sociais no país. Os políticos cortam de servidores e professores enquanto mantém seus altíssimos privilégios, altos salários e bonificações que fazem a ALERJ ser o governo mais caro do país. Tudo isso para manter o pagamento da dívida pública, privatizar a CEDAE e atacar os servidores enquanto bilhões foram dados em isenções de impostos aos capitalistas pelo governo do estado. É urgente que as entidades estudantis e os sindicatos tomem seriamente a luta contra os ataques de Pezão, que tem apoio de Temer, em uma luta unificada pela educação, em defesa dos serviços públicos e dos direitos de todos os trabalhadores."




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