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Paralisação na UFRJ contra o Golpe e os ajustes dos governos

No inicio da semana, os cursos de historia e de ciências sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) durante assembleia decidiram paralisar seus cursos no dia 28 de Abril contra o Golpe institucional e os ajustes do governo.

Rodrigo Leon

@RodHeel

sexta-feira 29 de abril de 2016| Edição do dia

Durante os dias 25 e 26 de Abril, os alunos de Historia e Ciências Sociais se organizaram em assembleia para discutir a conjuntura nacional e colocar quais os posicionamentos que os cursos vão tomar em frente este cenário em que a bancada reacionária do judiciário avança nos direitos da juventude e dos trabalhadores já muito atacados pelo atual governo do PT.

Nas assembleias, o curso de Historia aprovou "Universidade contra o golpe, não aos ajustes e a retirada de direitos", e na Ciências Sociais com a intervenção do MRT, a consigna aprovada foi "Contra o Golpe e os Ajustes do Governo á Educação" pela maioria dos estudantes. Também colocando em questão a paralisação de hoje (dia 28 de Abril) como forma de luta dentro e fora da universidade (aprovados nos 2 cursos) com diversas atividades de mobilização.

Logo pela manha, cerca de 40 estudantes se reuniram na frente do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais / Instituto de Historia (IFCS / IH) para uma oficina de cartazes que tinha como objetivo mostrar as pautas democráticas já conquistadas em diversas mobilizações, mas também mostrar o caráter de contestação a essa bancada do congresso que no ultimo domingo mostrou sua face extremamente reacionária.

No período da tarde ocorreu também uma aula publica no Lg.São Francisco (em frente ao IFCS/IH) com 60 estudantes participantes, que expressava o seguinte tema: "De 1964 a 2016: Diferenças e semelhanças entre os golpes na América Latina".

Mais a tarde os alunos fizeram uma confraternização para encerrar as atividades. Desta forma, o IFCS entra para um panorama de diversas universidades do Brasil que foram paralisadas, mas que tambem tiraram ações se mobilizando contra esse avanço da direita reacionária se posicionando contra os deputados machistas, racistas e homofóbicos que se apresentaram na grande câmara do horror neste ultimo domingo, mobilização que toda a UFRJ e universidades do Rio de Janeiro deveriam se espelhar para lutar, assim como na UERJ, UFMG, UNICAMP.




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