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Paralisação em São José dos Campos começa com adesão de transportes e algumas fábricas

A paralisação nacional iniciou em diversas nas fábricas e no transporte público na região. A mobilização tem como principais bandeiras a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro, mas também questiona os cortes na educação e a alta taxa de desemprego no país.

sexta-feira 14 de junho| Edição do dia

Ao mesmo tempo em que as centrais sindicais falam contra os cortes da educação, ela mantem a linha consciente em dividir os trabalhadores e estudantes, não unificando estudantes e trabalhadores em grandes atos que de uma demonstração de força contra o governo de Jair Bolsonaro e seus ataques que pretende implementar contra os trabalhadores e setores da juventude..

Apesar da decisão patronal da justiça, as garagens de ônibus foram paralisada em São José dos Campos e Taubaté. Depois de Assembleias realizadas nas duas cidades e, ás 6h, nenhum ônibus saiu das garagens dando 100% de paralisação nas três maiores cidades do Vale. Em relação ao transporte intermunicipal, cerca de 30% da frota estaria operando normalmente. Apesar disso, o sindicato disse que a paralisação 100% não poderia se manter durante o dia.

Em relação as fabricas, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Taubaté, empresas como Ford, Volkswagen, General Motors, Chery, Blue Tech, Sun Tech, Deca, Tekinia e Armco começaram o dia com paralisação de trabalhadores.

Comércio, bancos, escolas e serviços públicos deverão não funcionar na sexta feira. Em São José Dos Campos, o principal ato acontecerá na praça Afonso Pena, no centro da cidade, a partir das 11. Já em Taubaté, o Sindicato dos Metalúrgicos organizará atos no centro da cidade, de manhã, e na sede da entidade, na Chácara do Visconde, as 17h

Tal paralisação se dá no marco em que as Centrais Sindicais como a UGT negociam com o Paulo Guedes, mas também a CUT com o centrão de Rodrigo Maia, os mesmos que estão na linha de frente para poder atacar os nossos direitos. Enquanto negociam com os nossos inimigos, as Centrais Sindicais não organizam uma paralisação efetiva que possam de fato barrar os ataques do governo do Bolsonaro e do dito centrão.




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