Cultura

TRIBUNA ABERTA

Paráfrase Marília de Dirceu

segunda-feira 31 de outubro| Edição do dia

Eu, Temer, não sou nenhum golpista
que viva de roubar dinheiro alheio
de muitos contatos, de ricos banqueiros
de poucos medos e nariz empinado.
Tenho próprio emprego e nele resisto,
dá-me moradia, escola, saúde e lazer
da minha própria exploração tiro o leite
e as roupas precárias de que me visto.
Fora Temer golpista,
Fora seu fascista!

Não vi o seu rosto nas olimpíadas
e o protesto não está acabado.
O povo que habita este país
está se sentindo injustiçado.
Com tal terror toca essa nação
que inveja tem a superpotência vizinha.
Ao som de protestos sua população clama,
pela queda de Temer e sua primeira dama.
Fora Temer golpista,
Fora seu fascista!

Mas tendo tanto dinheiro no exterior,
nada investe em quem precisa
E com o povo passando tanta dor
governa o país de maneira indecisa.
É ruim, Temer, é ruim ser pobre
não ser dono de nada e passar tanta fome
Ser explorado pela população nobre
e não ser digno nem de um sobrenome.
Fora Temer golpista,
Fora seu fascista!

Os seus olhos tentam espalhar medo,
mas a população não o teme.
A máscara de duas caras fechada
te cobre as faces frias,
E o terno preto que não tira do corpo,
tentando passar o sentimento de poder
Mas mesmo com todas as PECs e intervenções militares,
não vamos te temer.
Fora Temer golpista,
Fora seu fascista!




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