GREVE SERVIDORES DE SP

Para responder intransigência de Bruno Covas, todos à assembleia às 15h na Prefeitura!

Em reunião de negociação entre sindicato e prefeitura, realizada essa manhã, 22, Bruno Covas se manteve absolutamente intransigente e afirmou com todas as letras que não vai revogar o Sampaprev, além de manter o corte de ponto dos professores e servidores em greve. Os servidores precisam responder a altura: sejamos milhares nas ruas!

sexta-feira 22 de fevereiro| Edição do dia

Bruno Covas alegou que a cidade de São Paulo não tem dinheiro para os trabalhadores do município de SP. São Paulo é uma das cidades mais ricas do país, de enorme investimento, com empresários milionários que lucram sobre o suor dos trabalhadores todos os dias, mas o prefeito quer responsabilizar os trabalhadores se a conta não fecha? Não vamos permitir!

Covas declarou que quer fazer no município o mesmo que Alckmin fez na educação de SP através da política meritocrática de “bônus”, colocando os trabalhadores uns contra os outros na busca com melhores pontuações. Alckmin e o PSDB já demonstraram que destruíram o Estado de SP, não podemos permitir essa política também no município!
O corte de ponto retira o direito dos trabalhadores de exercerem seu direito de greve. Bruno Covas quer impor intransigentemente essas medidas e fazer os trabalhadores engolir seu projeto que quer nos fazer trabalhar até nossos corpos não mais aguentar e nos retirar o direito à aposentadoria.

Bruno Covas deixa bem claro que este ataque é porta de entrada para a reforma da previdência nacional, alinhado com o governo Bolsonaro e com os empresários bilionários e banqueiros que tanto almejam essa reforma. Os trabalhadores precisam enxergar que essa batalha dos servidores municipais é um primeiro passo para que os trabalhadores nacionalmente derrotem a reforma da previdência. A população está ao nosso lado, com diárias manifestações de solidariedade e apoio como viemos expressando no Esquerda Diário, pois ela também é parte desta batalha pela garantia das aposentadorias.

Frente a esse cenário, os servidores e professores devem se colocar nas ruas, com mais de 100 mil pessoas, lotando o Viaduto do Chá hoje, em assembleia que está sendo convocada para às 15h em frente à Prefeitura. Precisamos defender a reposição dos dias parados, para que possamos garantir nosso direito de greve sem prejudicar os serviços.




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