Política

CRISE NO RIO

Para Joesley a justiça deu imunidade, já para servidores do Rio deram Tropa de Choque

quarta-feira 24 de maio| Edição do dia

Ao chegar em manifestação marcada na ALERJ, servidores topam com um retrado da seletividade do estado: o governo que recebeu Joesley Batista de portas abertas para receber sua propina que elegeu Pezão, se encontra de portas blindadas, cercadas por um descomunal aparato policial, cães, Tropa de Choque, motos, grades e caveirões para receber o servidor público.


O Caveirão estacionado na Praça XV ao lado da ALERJ, na faixa de 1,5 milhões de reais, pagaria o salário de 714 professores da ativa aproximadamente.

Tudo porque planejavam mais um ataque às escondidas, querem votar hoje o aumento da contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%, para fazer os trabalhadores pagarem pela crise causada por inúmeras isenções fiscais bilionárias, dadas por empresas favorecidas por Cabral e Pezão em troca de financiamento politico e propina.

Um cenário muito diferente da imunidade concedida a Joesley Batista, que está livre para curtir em seu apartamento de 30 milhões em Nova Iorque com anuência de Fachin do STF, enquanto o governo dos 1.829 políticos que ele comprou planeja uma Reforma da Previdência, por Temer, para que trabalhemos até morrer, e um brutal ataque ao Rio com privatização da CEDAE e ataque ao servidor. Tudo para pagar a conta da corrupção capitalista.

Estão tentando se aproveitar do momento em que milhares estão em Brasília contra os ataques de Temer, para tentar aqui no Rio passar mais este ataque. Mas os servidores se organizaram estão indo para lá. O Esquerda Diário estará cobrindo o desenrolar da manifestação, e a votação que começa às 15h.

Expropriemos já as empresas capitalistas corruptas como a JBS, por uma greve geral para derrubar todas ataques, de Temer e Pezão, impor pela luta uma constituinte já para revogar as privatizações, o acordo Pezão e Temer, os ataques de Temer aos trabalhadores, aonde se suspenda o pagamento da dívida pública e sirva para colocar os trabalhadores para governar.




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