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Candidatura Anticapitalista

Panfletagem hoje na Carris para levar uma voz anticapitalistas para os rodoviários

Ocorreu nesta manhã de quinta-feira, 30, uma panfletagem da campanha da candidatura de Val Muller na frente da garagem da Carris, maior empresa de transporte público da cidade Porto Alegre. A panfletagem na garagem foi para dialogar e apresentar a campanha de uma uma voz anticapitalista da classe trabalhadora aos rodoviários.

quinta-feira 30 de agosto| Edição do dia

Ocorreu nesta manhã de quinta-feira, 30, uma panfletagem da campanha da candidatura de Val Muller na frente da garagem da Carris, maior empresa de transporte público da cidade Porto Alegre. A panfletagem na garagem foi para dialogar e apresentar a campanha de uma uma voz anticapitalista da classe trabalhadora aos rodoviários. Essa categoria que sempre mostrou grandes exemplos de luta,, como foi na Greve Geral do dia 28 de abril, que os rodoviários foram linha de frente e paralisaram toda a cidade. Os trabalhadores desta empresa estatal também se organizaram em uma grande assembléia contra a privatização da empresa que o Prefeito Nelson Marchezan do PSDB, tenta aplicar seguindo a política privatista dos tucanos.

Val Muller é fundadora do grupo de mulheres Pão e Rosas no Rio Grande do Sul, trabalhadora do telemarketing e estudante da UFRGS. Uma voz anticapitalista, como a de Val, é imprescindível em meio a essas eleições manipuladas pelo judiciário. A Lava-Jato, com o apoio da mídia, quer escolher a dedo o próximo presidente e impedir com que o povo possa votar em quiser. O MRT vem historicamente se conformando como alternativa à esquerda do PT, nunca deixando de denunciar a conciliação de classes que o PT levou a frente durante anos. Mas é necessário levantar uma voz contra o autoritarismo judicial que quer acabar com direitos democráticos mínimos. Ao mesmo tempo, diante da enorme força expressa pelo movimento de mulheres na Argentina pela legalização do aborto, se faz necessária uma voz que lute pela legalização do aborto no Brasil. São milhares que morrem todos os anos, em sua maioria negras, por abortos clandestinos. E a direita quer manter a situação de mulheres morrendo por abortos clandestinos todos os dias.




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