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"Os problemas estruturais de SP e do país não vão se resolver pela via institucional", diz Diana Assunção

Diana Assunção, membra da pré-candidatura coletiva da Bancada Revolucionária de Trabalhadores para vereador em SP, fala sobre as eleições e o sistema político brasileiro.

quarta-feira 23 de setembro| Edição do dia

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Para enfrentarmos os ataques de Bolsonaro e a precarização da vida de conjunto, não podemos nos apoiar naqueles que foram pilares do golpe institucional e dos ataques que se aprofundaram desde então. Coloquemos de pé a força da nossa classe, para impor nas ruas uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, com deputados eleitos em cada local de trabalho e estudo, para que possamos defazer a obra deste regime golpista, revogar cada reforma anti-operária e fazer com que sejam os capitalistas que paguem pela crise. Convidamos todas e todos a travarem essa batalha, lado a lado, ombro a ombro com os trabalhadores, negros, mulheres, LGBTs e indígenas! #bancadarevolucionaria #eleições2020 #vereador #vereadora #bancadarevolucionariadetrabalhadores #mrt #movimentorevolucionáriodetrabalhadores #candidaturacoletiva #candidatura #sãopaulo #sp #eleições #nossasvidasvalemmaisqueolucrodeles #bolsonaro #elenão #assembleiaconstituinte #constituinte #esquerda #esquerdamarxista #marxismo #trabalhadores #trabalhadoras

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Em uma crítica contundente ao governo Bolsonaro e ao regime de conjunto, Diana aponta as insuficiências das eleições municipais para transformar estruturalmente a realidade da nossa cidade.
Segundo Diana, muitos políticos fazem falsas promessas sobre o que vão fazer na cidade, se eleitos, mas a Bancada Revolucionária de Trabalhadores coloca abertamente a impossibilidade de os problemas estruturais de São Paulo serem resolvidos pela via institucional, nos limites municipais e sem uma contundente batalha contra o conjunto dos atores do regime político apodrecido.

Diana Assunção chama os trabalhadores, as mulheres, os negros, os indígenas, os LGBTs e a juventude a se enfrentar com os ataques de Bolsonaro, e aponta que, para enfrentar estes ataques e a precarização da vida de conjunto, é necessário também se enfrentar com aqueles que foram pilares do golpe institucional e dos ataques que se aprofundaram desde então. Diana reivindica a construção de uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, que seja colocada de pé com lutas e mobilizações, onde seja desfeita a obra do regime político, se revogue as reformas anti-operárias e faça com que os capitalistas paguem pela crise.




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