Política

PEC DO FIM DO MUNDO

Os crimes dos 53 senadores que aprovaram a PEC 55

53 Senadores votaram no segundo turno pela aprovação da PEC 55, e com isso decretaram um ataque imenso aos trabalhadores e à juventude, à saúde e à educação públicas. Veja aqui um pouco do perfil e dos crimes por trás desses que decidira sobre o futuro do país na votação relâmpago do Senado Federal.

Fernando Pardal

@fepardal

André Augusto

São Paulo| @AcierAndy

terça-feira 13 de dezembro de 2016| Edição do dia

Aécio Neves (PSDB-MG): é difícil selecionar alguns fatos nessa notória figura da política nacional: acusado de quebra de sigilo do Banco Rural na CPMI dos Correios entre 2005 e 2006, a fim de maquiar as contas do banco e esconder o desvio de verba de Furnas, uma empresa subsidiária da estatal Eletrobras, no mensalão mineiro. Há dezenas de outros casos do tucano mineiro, como acusação de desvio de R$7,6 bilhões da saúde do estado de MG; os "aecioportos" - cerca de cinco - construídos nas terras de sua família, no valor de de R$14 milhões; as relações com o doleiro Alberto Yousseff. Contudo, as investigações sobre Aécio são poucas, inclusive na Lava-Jato, mesmo tendo seu nome citado em diversas delações. A foto abaixo, que foi tirada no prêmio "Brasileiro do ano" da revista IstoÉ, talvez seja mais ilustrativa do que mil palavras para explicar o motivo disso:

Citado por Pedro Corrêa, Sérgio Machado e outros delatores, é um dos principais tucanos envolvidos na Lava-Jato. Segundo Machado, teria recebido mais de R$1 milhão em propina. O ex-deputado Pedro Corrêa afirmou em depoimentos de sua delação premiada que o então deputado Aécio Neves foi um dos responsáveis pela indicação do diretor de Serviços da Petrobras, Irani Varella, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo Corrêa, Varella era responsável por conseguir "propinas com empresários para distribuir com seus padrinhos políticos" por meio de seu genro.

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP): citado nas investigações da fraude de licitações para a malha metroviária de SP, o “propinoduto tucano”. E-mail em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas do cartel de trens, sugeriu ao senador o aditamento de US$ 95 milhões a um contrato assinado com o Banco Mundial.

Alvaro Dias (PV-PR): É acusado de lucrar R$37 milhões com propina da CPI da Petrobrás. Dias está sendo investigado, pela compra de uma área no Rio de Janeiro por R$ 3 milhões e, meses depois, vendeu à Petrobrás pelo incrível valor de R$ 40 milhões.

Ana Amélia (PP-RS): É acusada de omitir a propriedade de bens móveis e imóveis na declaração feita à Justiça Eleitoral, nas eleições de 2014, incluindo uma fazenda de R$1,9 milhões no Rio Grande do Sul. Acusada de ser favorecida por nepotismo em 1986 quando foi nomeada pelo marido, senador biônico Octávio Omar Cardoso, Cargo em Comissão.

Antonio Anastasia (PSDB-MG): Citado na Operação Lava Jato. O policial Jayme Alves de Oliveira Filho, preso na 7ª fase da Operação Lava Jato disse em depoimento que entregou R$ 1 milhão a Antônio Anastasia, ex-governador de Minas Gerais e senador eleito, pelo PSDB.

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE): Em meio aos estudos fez carreira política pela ARENA ao eleger-se prefeito de Simão Dias em 1966 e deputado estadual em 1970 e 1974 presidindo a Assembleia Legislativa no biênio 1977/1979. Isso basta para mostrar o criminoso político que é.

Armando Monteiro (PTB-PE): Industrial, já passou por PSDB (entre 1990-97), depois PMDB (até 2003), e em seguida no PTB. Foi presidente de sindicatos patronais, como a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) e da Confederação Nacional das Indústrias, que defende os interesses dos industriais contra os trabalhadores. Era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do segundo governo Dilma, tendo se afastado do cargo em maio de 2016 para poder retornar ao Senado e votar favoravelmente ao impeachment. Recebeu doações de campanha de R$ 15 mil reais das empresas investigadas na Operação Turbulência por esquema de lavagem de dinheiro.

Ataídes Oliveira (PSDB-TO): Oliveira emprega Virgínia Teresinha de Moura, sua sogra, como funcionária comissionada em seu gabinete no Senado Federal. Esse nepotismo custa ao erário público R$ 8.577,00 mensais.

Benedito de Lira (PP-AL): acusado pelo MPF e pelo STF de corrupção passiva no esquema da Petrobrás. Segundo MPF, Lira se beneficiou “com o recebimento de quantias periódicas indevidas, oriundas do pagamento de propinas por empresas que tinham contratos com a Petrobras, em razão do controle pela Partido Progressista (PP) da Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, tudo em troca de votar a favor de projetos de interesse do governo federal".

José Gonzaga Sobrinho "Deca" (PSDB-PB): Suplente do Senador Cássio Cunha Lima licenciado para tratamento médico, líder do PSDB no Senado e que já teve seu mandato de governador cassado pelo TSE por abuso de poder econômico e político e desvio de dinheiro público. Cunha Lima também é réu na Operação Concord que apura desvio de recursos e lavagem de dinheiro na campanha de 2006. Já Deca é um empresário, ilustre desconhecido, com patrimônio de R$ 3,3 milhões que doou nada menos que R$ 251 mil à campanha de Cássio Cunha Lima.

Cidinho Santos (PR-MT): vice-ministro de Blairo Maggi na Agricultura, Santos é alvo de quatro ações civis públicas movidas pelo MPF e já teve até seus direitos políticos cassados. Investigado na Operação Sanguessuga, que funcionava com parlamentares superfaturando o preço das ambulâncias e desviando o dinheiro recebido, que era dividido entre empresários e políticos. O prejuízo causado pelo esquema foi estimado em R$ 110 milhões.

Ciro Nogueira (PP-PI): investigado na Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef, acusado de operar pagamento de propinas e lavar dinheiro para políticos, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador Ciro recebeu US$ 150 mil para integrar o partido.

Cristovam Buarque (PPS-DF): auto-declarado paladino da ética e da educação, o ex-petista já foi denunciado por receber caixa 2 de seu ex-coordenador de campanha, Luiz Fernando Emediato. Emediato disse que Cristóvam recebeu dinheiro de pelo menos uma empreiteira e de um ex-banqueiro, tudo por recomendação de Alckmin em troca do apoio no segundo turno contra Lula. Foi acusado pelo STJ de crime tributário quando governador pelo DF.

Dalirio Beber (PSDB-SC): Foi responsabilizado e multado por diversas irregularidades constatadas durante sua gestão na Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (BADESC). Autor de PEC que retira R$ 80 milhões do SUS.

Edison Lobão (PMDB-MA): investigado na Lava Jato. Em depoimento de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou que mandou entregar R$ 2 milhões a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para a campanha ao governo do estado em 2010, a pedido de Edison Lobão.

Eduardo Amorim (PSC-CE): Foi condenado ao pagamento de multa de R$ 30 mil por se beneficiar ilegalmente de bem público usado para promover sua candidatura ao Governo de Sergipe em 2014. O prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa (PR-SE), contratou empresa de publicidade para promover aliados às custas da Prefeitura.

Eduardo Braga (PMDB-AM): investigado por recebimento de propina da empreiteira Andrade Gutierrez. Segundo ex-executivo da Andrade, havia uma combinação, que ocorreu durante os oito anos do governador Eduardo Braga, de pagamento de propina de 10% sobre o valor de cada obra da empreiteira.

Elmano Férrer (PTB-PI): já teve seu mandato cassado quando era prefeito de Teresina, acusado de contratar servidores durante as eleições para comprar votos. Posteriormente, foi inocentado.

Eunício Oliveira (PMDB-CE): empresa do senador e ex-ministro Eunício, a Manchester Serviços Ltda., assinou sem licitação contratos que somam R$ 57 milhões com a Petrobrás para atuar na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro.

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. Por decisão do STF, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos durante a 23ª fase da Lava Jato.

Flexa Ribeiro (PSDB-PA): É alvo de inquérito que apura a prática de crimes contra a administração pública. De acordo com a acusação, o parlamentar participou de esquema de fraude em contratos entre o Governo do Estado do Pará e empresas para realização de obras, construção e serviços de engenharia, que desviou dinheiro público a fim de financiar campanhas eleitorais.

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN):vinculado ao Escândalo dos Bingos.

Gladson Cameli (PP-AC): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.

Hélio José (PMDB-DF): gravações feitas e divulgadas pela internet mostram Hélio José defendendo a indicação de um ex-assessor para o cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) no Distrito Federal. Nos áudios, o político diz que nomeia "a melancia que quiser" para o posto e que quem não "estiver com ele" pode "cair fora".

Ivo Cassol (PP-RO): Foi condenado, por unanimidade no STF, em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por prática do crime de fraude a licitação. Ivo Cassol foi condenado a 4 anos de detenção em regime semiaberto e ao pagamento de multa.

José Agripino (DEM-RN): Responde em inquérito aberto pelo STF para apurar o recebimento de propina da empreiteira OAS nas obras de construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

José Aníbal (PSDB-SP): como não poderia deixar de ser com o tucanato paulista, está também chafurdando na corrupção do propinoduto. Suplente do senador José Serra, foi citado por um executivo da Siemens como beneficiário de propinas em esquema de corrupção e fraude em licitações nas obras de trens e metrô de São Paulo. O STF “fechou os olhos” para seguir defendendo os tucanos de SP, como vem fazendo com Serra.

José Maranhão (PMDB-PB): É alvo de ação civil pública de improbidade administrativa com dano ao erário, movida pelo Ministério Público Estadual.

José Medeiros (PSD-MT): Em junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade abrir inquérito para impugnação de mandato de Medeiros, apontando indícios de fraude na convenção da coligação Mato Grosso Melhor Pra Você (PDT / PPS / PSB / PV) em 2010 no que se refere à suplência do então candidato Pedro Taques.

Lasier Martins (PDT-RS): foi repórter da Globo por 27 anos, ganhou fama após receber um choque de uma uva em rede nacional. Além de ser porta-voz da emissora golpista, o eminente pedetista é autor da frase racista “quantos índios no Brasil deixaram de ser índios e hoje são profissionais respeitados?". Uma de suas plataformas de campanha para o Senado foi a aliança com setores do empresariado estrangeiro e nacional.

Lúcia Vânia (PSB-GO): Teve reprovada a prestação de contas referente às eleições de 2000.

Magno Malta (PR-ES): Foram desaprovadas as contas anuaisdo diretório regional do PR-ES, relativas ao exercício de 2011, quando o parlamentar era o seu presidente. A Justiça Eleitoral determinou que não fossem repassadas ao diretório as cotas do fundo partidário pelo prazo de doze meses. Também envolvido na Operação Sanguessuga.

Marta Suplicy (PMDB-SP): Foi condenada juntamente com José Américo (PT-SP) em ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao erário a pagamento de multa. A Justiça considerou desproporcional os gastos de R$ 5,4 milhões com a divulgação dos CEUs pela Prefeitura de São Paulo durante a sua gestão.

Omar Aziz (PSD-AM): É alvo de ações civis de improbidade administrativa, ajuizadas pelo Ministério Público do Estado do Amazonas. Investigado por recebimento de propina da Andrade Gutierrez.

Otto Alencar (PSD-BA): ex-governador da Bahia, recebeu doação de R$ 300 mil reais da UTC Engenharia, investigada na Lava Jato. Seu filho trabalhou gerente-financeiro da Odebrecht até ser nomeado pelo governador Rui Costa (PT), como presidente da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia)

Pastor Valadares (PDT-RO): É o segundo suplente de Acir Gurgacz, e tomou posse após o primeiro suplente pedir licença "por motivos pessoais" após uma semana no cargo. É pastor da Assembleia de Deus Ministério de Madureira e apresenta programa evangélico em rádio de Rondônia. O vice-presidente de seu ministério, que apresentava o programa com ele foi acusado de assediar uma fiel

Paulo Bauer (PSDB-SC): condenado por improbidade administrativa de ressarcimento de despesas efetuadas com verbas públicas em decorrência de gastos realizados com campanha publicitária contratada pela Secretaria Estadual das Educação, quando era o secretário responsável, a qual atribuíram escopo de promoção pessoal do administrador público.

Pedro Chaves (PSC-MS): milionário empresário da educação, Chaves tem íntimas relações com José Carlos Bumlai, pecuarista preso pela Lava Jato. Coordenou a campanha ao Senado do cassado Delcídio Amaral, e teve à sua disposição R$ 9,5 milhões doados por empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato. Tem patrimônio de modestos R$69 milhões.

Pinto Itamaraty (PSDB-MA): Suplente de Roberto Rocha, que é investigado no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão uma Representação por Captação Ilícita de Recursos contra Rocha. Itamaraty também é investigado na "farra das passagens" e por abuso de poder econômico mas nem todos sabem porque o político abandonou o seu nome de nascimento - José Eleonildo Soares - , que figura nos processos, pelo seu "nome parlamentar" de Pinto Itamaraty.

Raimundo Lira (PMDB-PB): Lira, presidente da comissão de impeachment, doou à chapa onde era suplente para o Senado, em 2010, o valor de R$ 870 mil, utilizando recursos que não havia incluído em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral. Tem patrimônio declarado de R$54 milhões.

Reguffe (sem partido-DF): Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2002.

Ricardo Ferraço (PSDB-ES): para proteger amigos, Ferraço promete encerrar CPI do HSBC sem fazer analise de dados.

Roberto Muniz (PP-BA): Suplente de Walter Pinheiro, é presidente executivo da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon), um dos setores que o governo Temer pretende privilegiar nas privatizações.

Romero Jucá (PMDB-RR): É alvo de inquérito que apura crimes de responsabilidade. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

Ronaldo Caiado (DEM-GO): Enciclopédias seriam necessárias para aglutinar o honesto portfólio de Caiado. Basta um para nós: é um escravocrata junto a seus familiares em Goiás. Sobrinho do pecuarista Antônio Ramos Caiado Filho, que está na relação chamada “lista suja”, com empregadores flagrados por prática de trabalho escravo pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ronaldo foi um dos 29 deputados que votaram contra a PEC do Trabalho Escravo em 2012, e tem se pronunciado em favor da mudança da definição de escravidão contemporânea na lei brasileira.

Sérgio Petecão (PSD-AC): É réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por crimes eleitorais.

Simone Tebet (PMDB-MS): É alvo de ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário, ajuizada pelo Ministério Público Federal.

Tasso Jereissati (PSDB-CE): governador do Ceará, patrocinou as fraudes e perseguições aos pensionistas e aposentados do Banco Nacional do Nordeste (BNB). Utilizava verbas do Senado para fretar jatinhos, num valor total de R$ 469.068,54 de 2005 até o início de 2009.

Telmário Mota (PDT-RR): milionário latifundiário e exímio machista e agressor de mulheres, foi denunciado em 2015 pela jovem Maria Aparecida Nery de Melo, segundo a qual Telmário “a espancara com chutes e socos com tal violência que a levara ao desmaio”. Sua esposa foi condenada a seis anos e oito meses de prisão por envolvimento no esquema de desvio de verbas públicas que ficou conhecido como “escândalo dos gafanhotos”.

Valdir Raupp (PMDB-RO): Foi condenado por improbidade administrativa em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual e pelo estado de Rondônia. A Justiça determinou o ressarcimento ao erário, vedação de recebimento de benefícios fiscais ou creditícios e pagamento de multa.

Vicentinho Alves (PR-TO): É alvo de inquérito que apura crimes na Lei de Licitações.

Waldemir Moka (PMDB-MS): Reportagem publicada pela Folha mostrou que o deputado federal Waldemir Moka (PMDB-MS) gastou R$ 12 mil da Câmara dos Deputados para imprimir 40 mil exemplares de um boletim em que divulga sua candidatura ao Senado. Moka ainda debitou na conta da Câmara uma passagem de ida e volta com a mulher para Nova Iorque.

Wellington Fagundes (PR-MT): É alvo de inquérito que apura peculato.

Para acabar com essa casta de corruptos e privilegiados que decidem sobre nosso destino, atacando nossos direitos e salários por vinte anos para que sejam os trabalhadores e não os capitalistas que paguem pela crise, nós do MRT chamamos a lutar por uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana imposta pela força de nossa mobilização, que possa mudar as regras desse jogo sujo e discutir a fundo nossos problemas, dando uma resposta dos trabalhadores para a crise.




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