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O repúdio dos estudantes da UFRGS ao golpe militar. Não esquecemos! Não perdoamos!

Na manhã desta segunda, 1° de abril, estudantes da Ufrgs fizeram uma colagem de fotos em homenagem as pessoas sequestradas, torturadas e mortas pelo Regime Militar. Manifestação feita em repúdio à escandalosa comemoração determinada por Bolsonaro ao aniversário do Golpe de 1964.

segunda-feira 1º de abril| Edição do dia

Na manhã desta segunda, 1° de abril, estudantes da Ufrgs fizeram uma colagem de fotos das pessoas sequestradas, torturadas e mortas pelo Regime Militar de 1964 a 1985. Essa manifestação, foi um ato de repúdio contra a comemoração determinada pelo presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro, pelo aniversário de 55 anos do repugnante Golpe Militar que ocorreu em 1° de abril de 1964, dando início a um período de 21 anos de autoritarismo, perseguição política, torturas e assassinatos, e também muita repressão aos estudantes e trabalhadores.




Essa celebração repugnante do golpe de 1964, vem na esteira das homenagens de Bolsonaro a torturadores em toda a América Latina, como ao ditador Alfredo Stroessner do Paraguai, e a Pinochet no Chile. Estes servos de Washington são "inspiradores estadistas" para Bolsonaro, que hoje serve de principal pilar para a ofensiva recolonizadora de Trump na região, e para sua tentativa de golpe de Estado na Venezuela.




Não admira que Bolsonaro tenha como livro de cabeceira “A verdade sufocada”, do torturador coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, homenageado pelo presidente durante a sessão do impeachment em 2016 na Câmara, e que comandava o Doi-Codi em São Paulo, onde foram assassinados dezenas de presos políticos.




Repudiamos a comemoração do golpe de 64: não esquecemos e não perdoamos! Exigimos a revogação da Lei da Anistia de 1979, assim como o julgamento e punição de todos os responsáveis civis e militares pela ditadura! É preciso arrancar do Estado a abertura irrestrita de todos os arquivos e documentos ocultos sobre os crimes da ditadura militar!




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