Política

ATOS DA DIREITA

O fiasco dos atos pró Lava Jato chamados pelo MBL e outros grupos de direita

Nesse domingo atos da direita chamados pelo MBL e Vem para Rua e outros grupos de direita são um fiasco, reunindo um numero baixíssimo de pessoas. Os atos defendem a Lava Jato, e fazem coro a todas as medidas reacionárias do governo Temer, como a reforma da previdência e a terceirização.

domingo 26 de março de 2017| Edição do dia

Chamado para ser um “grande dia de mobilização”, os atos pró Lava Jato e da direita não conseguem reunir pessoas, além de um número reduzido de verde e amarelo apoiando os setores mais reacionários, como as medidas autoritárias da Lava Jato, além de fazer coro aos ataques de Temer como a reforma da previdência e a ampliação da terceirização. Nos atos também há setores que chamam a volta da ditadura.

Mesmo com o esforço da Globo em inflar alguns números, as fotos mostram a falência completa do dia, segundo o jornal G1 houveram atos em 10 capitais reunindo em Alagoas 30 pessoas, no Amazonas 40 pessoas, na Bahia 1500 pessoas, no Distrito Federal 500 pessoas, em BH 500 pessoas, no Rio de Janeiro 2 mil pessoas. Em São Paulo o ato ainda está ocorrendo, contudo os números são suspeitos, uma vez que nas próprias fotos divulgadas pela mesma mídia é possível perceber que haviam poucas pessoas, no caso do Rio de Janeiro o ato se mescla com as pessoas indo à praia e no calçadão.

Durante o período do golpe institucional contra o governo Dilma, movimentos como Vem para Rua e MBL ganharam visibilidade em parte com os grandes atos pró impeachment e Lava Jato, aparecendo como uma nova direita, contudo o desenrolar da política nacional pós golpe provou que a questão principal não se trata da corrupção, mas sim sobre como aprofundar os ataques aos trabalhadores e a população. Movimentos como esses apoiam a reforma da previdência e a ampliação da terceirização, medidas profundamente antipopulares que o governo Temer está tentando implementar.




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