Gênero e sexualidade

ENCONTRO PÃO E ROSAS

O Encontro do Pão e Rosas nas vozes de mulheres e LGBT do Rio de Janeiro

sexta-feira 4 de setembro de 2015| Edição do dia

Lutar por mudanças devem ser em conjunto pra possibilitar as mudanças
"Sobre o encontro percebi que os problemas das mulheres em geral são os mesmos independente de onde elas estejam colocadas. Lutar por mudanças devem ser em conjunto pra possibilitar as mudanças. As mulheres e lgbts sofrem violência cotidianamente e somente uma força em conjunto vai conseguir as mudanças necessárias."
Ana Galdino, trabalhadora terceirizada e estudante de Serviço Social na UERJ.

Foi muito enriquecedor esse encontro, com certeza, para todos
"O encontro teve um debate democrático de vários pontos de vista. Que clamam por justiça de uma sociedade mais igualitária. Nesse sentido, houve uma união de pensamentos em torno de um Estado mais presente, principalmente, nas classes mais desfavorecidas ou invisíveis para muitos. Além disso, teve um bom número de pessoas que trocaram experiências, alegrias e fé. Enfim, foi muito enriquecedor esse encontro, com certeza, para todos."
Alexandre, assistente administrativo, Rio de Janeiro.

Movimento sem dúvida classista e revolucionário!
"Tenho formação em História e Serviço Social, áreas onde ainda que superficialmente o debate sobre o feminismo e LGBTs tem alguma ressonância, por isso fui para o Encontro com o intuito de levar minha filha adolescente para formação política, sem grandes expectativas pra mim mesma. Me surpreendi com tudo que vivenciei. O Pão e Rosas não se resume a um debate feminista de classe média, mas garante a voz a uma incrível diversidade humana, sem o silenciamento baseado na hierarquia que já oprime e diferencia as minorias. Um movimento sem dúvida classista e revolucionário!."
Andreia Carvalho, servidora técnico-administrativa da UERJ.

Eu espero participar de mais encontros feministas como esse e me emocionar tanto quanto esse
"Eu achei incrivelmente fascinante, ver tantas pessoas ao meu redor com tantas histórias com injustiça, suor e muita luta... Confesso que me emocionei bastante em cada momento do encontro e também tive um grande aprendizado que não se vê nas escolas, pois esse tipo de assunto não é estimulado nos centros educacionais, como a sexualidade, a política e etc... Eu espero participar de mais encontros feministas como esse e me emocionar tanto quanto esse.”
Mariana Simões, 17anos, secundarista no Rio de Janeiro.

Contemplei cada fala, e admiro muita cada companheira que faz parte do Pão e Rosas
“Foi meu primeiro contato com um evento como esse, e fui muito bem servida, superando além da minha expectativa. Eu que não tinha muito uma posição sobre o feminismo e as lutas contra as opressões Lgbts, sai apaixonada pela causa e com muito orgulho de poder levantar essa bandeira de luta. Contemplei cada fala, e admiro muita cada companheira que faz parte do Pão e Rosas. Espero que tenha muitos eventos como esse, que possamos alcançar mais pessoas.”
Mariam, estudante de Serviço Social e membro do Centro Acadêmico de Serviço Social UERJ

Vejo a organização, a discussão e a troca como forma de empoderamento dos indivíduos, o que é significante para o fortalecimento da coletividade e do sentimento de pertencimento de classe
“O encontro para mim foi mais um espaço de afirmação da luta que as mulheres, as negras e LGBTs podem ter para garantir seu direito à voz nessa sociedade excludente, racista, machista, homofóbica e opressora. Gostei muito de poder ver a representatividade na mesa de abertura do evento, composta por uma mulher negra e trabalhadora, por uma travesti e uma mulher lésbica. E tão importante quanto ter representatividade nos espaços de debate, é ter a possibilidade de ouvir todas e todos durante os grupos de discussão. Os grupos de discussão foram muito importantes para interação com os companheiros de outros espaços, de outras categorias e que possuem experiência de vida e militância diversas. Pude ouvir os anseios e pontos de vistas e me senti contemplada por muitos dos relatos. Foi uma experiência gratificante, pois vejo a organização, a discussão e a troca como forma de empoderamento dos indivíduos, o que é significante para o fortalecimento da coletividade e do sentimento de pertencimento de classe. Fico feliz pelas negras que vi e ouvi, pela resistência das bi, pelo espaço que atentou paras as diversas demandas e pelas intervenções, das mães e das terceirizadas, por exemplo. Espero que mais espaços como esse se abram, com um número cada vez maior de pessoas e grupos unidos que possuam esse ideal de romper com as opressões e a garantia da igualdade na vida.”
Dione, estudante de Serviço Social na UERJ

Pra contribuir e construir agora uma sociedade humana e solidária
“Fui ao encontro do Pão & Rosas pra conhecer, impactada e grata pelo apoio, pela parceria no ato pela creche na Uerj, onde faço Pedagogia no curso noturno. Ser Mulher,mãe, trabalhadora na Universidade tem sido um desafio gigante, nesse sentido por ter me identificado com a forma como as questões são tratadas, me aventurei com muitas expectativas. E fui muito, muito afetada. E em crise também. Sou cristã, e algumas vezes me sinto envergonhada com a maneira fundamentalista, legalista, e portanto tão distante da vida de amor que Cristo pregou. Enquanto parte da sociedade, com sangue nos dentes, respirando ódio e intolerância aprova redução da maioridade e aplaude o encarceramento daqueles considerados com vocação para o mal, que possuem cor e estrato social, invisibilizam lgbt, fecham portas de diálogos sobre direitos das mulheres. Me identifiquei com as falas, com cada relato dos abusos, das dores, das rejeições ali compartilhadas de quem tem consciência e garra pra militar hoje, pra contribuir e construir agora uma sociedade humana e solidária. Sofremos, mas seguimos.”
Jacyra, trabalhadora creche Municipal, mãe e estudante de pedagogia na UERJ

Foi ótima a experiência vivida no encontro de mulheres e LGBT
"Aprendi bastante sobre empoderamento feminino com as histórias contadas pelas companheiras que conheci no encontro.”
Rafaela de Souza, estudante de Serviço Social na UERJ


Delegação do estado do RJ




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