Internacional

SANÇÕES À SÍRIA

O Conselho da União Europeia estende por mais um ano sanções à Síria

Será até 01 de junho de 2018. A sanção inclui embargo do petróleo e a restrição de certos investimentos e exportações. A Síria rejeitou as sanções.

segunda-feira 29 de maio| Edição do dia

O Conselho da União Europeia acordou nesta segunda-feira ampliar por mais um ano, até 01 de junho de 2018, as sanções impostas ao regime sírio de acordo com sua política de manter essas medidas restritivas até que o governo de Bashar al-Assad coloque um fim à repressão aos civis.

No entanto, Damasco já condenou a prorrogação das sanções contra a Síria, realizada pela UE, e considera se tratar de uma política equivocada que priva a União de seu papel positivo, declarou o embaixador sírio em Moscou, Riad Hadad.
“Rechaçamos terminantemente a decisão do Conselho da UE de prolongar as restrições unilaterais impostas contra a Síria, isso confirma a continuidade da política errada em relação à Síria”, disse o diplomata da Rússia. Segundo Hadad, a UE é uma das principais participantes do “complô contra a Síria”.

Ao mesmo tempo, o Conselho acordou em adicionar à lista de restrições três ministros de Al-Assad e informações atualizadas em relação a determinadas pessoas e entidades, disse em um comunicado à instituição que representava os 28 países da UE.

Ao mesmo tempo, o Conselho acordou acrescentar na lista de sancionados três ministros de Assad e atualizou a informação relacionada com certas pessoas e entidades, indicou em um comunicado a instituição na qual estão representados os 28 países da UE.

No total, a lista de restrições inclui 240 pessoas e 67 entidades que estão proibidas de viajar a território comunitário e cujos ativos foram congelados na UE, em resposta à violenta "repressão contra a população civil" na Síria.

As sanções da UE contra a Síria compreende um embargo de petróleo, restrições a certos investimentos, congelamento de ativos do Banco Central sírio na UE e restrições às exportações de equipamentos e tecnologia que poderiam ser utilizados para repressão interna ou para controlar ou interceptar internet ou comunicações telefônicas.

As atas legais sobre esta decisão serão publicadas amanhã no Diário Oficial da UE, para que possa entrar em vigor.




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