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Nova manifestação em Hong Kong é reprimida e deixa jovem baleado em meio às comemorações chinesas

No aniversário de 70 anos da revolução chinesa, Xi Jinping faz grandiosa demonstração militar e um chamado à unidade em torno do Partido Comunista Chinês. Enquanto isso, manifestantes voltam às lotar ruas de Hong Kong. Protestos deixaram uma pessoa baleada e 51 feridos.

terça-feira 1º de outubro| Edição do dia

Foto: NICOLAS ASFOURI / AFP

Os manifestantes de Hong Kong saíram às ruas para protestar contra Pequim nesta terça-feira, 1º de outubro, no dia em que a China comemora o aniversário de 70 anos da Revolução Comunista. Houve confrontos entre a polícia e ativistas, e ao menos 51 pessoas ficaram feridas.

Enquanto isso, os imenso desfile militar promovido por Xi Jinping teve como um dos eixos um "chamado à unidade". Xi Jinping busca se fortalecer enquanto figura do regime chinês através com uma demonstração militar impactante e um claro chamado à unidade em torno do Partido Comunista (PCC).

Veja também: China comemora 70 anos da República Popular com uma demonstração militar monumental

Os manifestantes, que alteraram de diversas formas suas atuações nas ruas de Hong Kong e que recentemente fizeram retroceder o Governo de Hong Kong, que retirou o projeto de lei de extradição que desatou os protestos, saíram às ruas exigindo que todas as demandas reivindicadas sejam cumpridas.

Saiba mais: O Governo de Hong Kong retira o projeto de lei de extradição que desatou os protestos

Manifestações em Hong Kong começaram em junho

Os protestos começaram rechaçando o projeto de lei de extradição que atualmente retira a chefe do Executivo. Mas, as manifestações avançaram para demandas mais amplas de mecanismos democráticos da ilha de Hong Kong, uma região administrativa especial da China desde que deixou de ser colônia do Reino Unido em 1997 mediante um acordo entre Pequim e Londres.

Com informações de agência estado




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