Educação

DECLARAÇÃO NOSSA CLASSE EDUCAÇÃO

Nossa Classe Educação chama para 1º de Maio independente dos patrões

Nós do Movimento Nossa Classe Educação que estamos batalhando contra os desmandos e o autoritarismo da direção burocrática do SINPEEM, encabeçada pela figura de Cláudio Fonseca, durante esse processo eleitoral manipulado, defendemos que nesse 1° de Maio, data histórica internacional da luta da classe trabalhadora, é fundamental um ato virtual independente dos patrões, governos capitalistas e das burocracias sindicais.

quinta-feira 30 de abril| Edição do dia

Por isso fazemos um chamado as organizações de esquerda, especialmente aos que compõem a Oposição Unificada, a romper com o ato chamado pelas centrais sindicais como CUT, CTB, Força Sindical, UGT entre outras, que escandalosamente convidam algozes da classe trabalhadora como Maia, responsável pela Reforma da Previdência, e Dória que demitiu trabalhadoras terceirizadas da escola e aplaudiu a MP da Morte de Bolsonaro, entre tantos outros inimigos de classe.

Esses convites aos governadores e demais representantes dos capitalistas no parlamento é continuidade da política traidora que essas centrais vêm implementando desde o começo da pandemia, como a Força Sindical que está ativamente auxiliado as patronais a realizar redução de salários e demissões via aplicativo que desenvolveram, ou da CUT e CTB que, enquanto seus dirigentes seguem em confortáveis quarentenas, nada realizam para organizar e proteger milhares de trabalhadores, deixando-os a mercê dos golpistas, que seguem trabalhando em condições precárias expondo suas vidas.

É muito importante seguir o exemplo dos setores da esquerda como a CONLUTAS, INTERSINDICAL e outras organizações que romperam com o ato das centrais em prol de construir um 1° de maio independente da classe trabalhadora, e vão participar do Ato-Live às 10h30 na sexta-feira. Também chamamos [email protected] a participar do panelaço e twitaço às 20h30 com a #ForaBolsonaroeMourão.

Abaixo publicamos a declaração de Marlete Benevides, professora da Zona Norte da cidade de São Paulo e é parte do Movimento Nossa Classe Educação:

O 1° de Maio, dia do trabalhador, deveria ser um dia de reflexões e luta da Classe trabalhadora, mas estamos assistindo uma imensa contradição. A classe trabalhadora está pagando a cada dia pela crise, reduções de salários, demissões, falta de moradia digna, falta de água potável, atendimento a saúde e leitos nos hospitais, com os trabalhadores literalmente tendo que escolher entre trabalhar, correndo o risco de se contaminar ou morrer de fome, pois o máximo que o governo faz é conceder um auxílio emergencial de 600 reais que até agora a maioria não recebeu, e está longe de suprir as necessidades básicas de uma família. Enquanto isso as centrais sindicais, CUT; CTB; etc, que deveriam estar lutando em prol dos trabalhadores, fazem exatamente ao contrário. Aliam-se a governos e patrões responsáveis pela opressão do trabalhador que implementaram ataques como reforma trabalhista, da previdência e que agora não garantem testes massivos ou condições de segurança como EPIs para aqueles que precisam continuar trabalhando. Por isso é muito importante nos somar ao ato virtual que ocorrerá amanhã as 10:30 assim como aos panelaços e o Twittaço as 20:30 para fortalecer um polo de independência de classe.




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