Nesse 1° de maio, entregadores do Ifood em Jundiaí entram em greve por tempo indeterminado

sábado 2 de maio| Edição do dia

Nesse 1° de maio, data histórica da luta internacional dos trabalhadores, os motoboys e entregadores de serviços do Ifood da cidade Jundiaí em São Paulo, deflagraram greve geral a partir dessa data por tempo indeterminado. Os trabalhadores denunciam as péssimas taxas de entrega que é paga aos entregadores. as taxas são os pagamentos dos entregadores que não recebem salários e nenhum direito graça a reforma trabalhista que deu liberdade aos patrões de empresas como Ifood e Rappi a explorarem ainda mais os trabalhadores, nos quais eles nem consideram como sendo seus funcionários.

Já viemos denunciando antes mesmo do início da pandemia os ataques que essa categoria de trabalhadores vêm sofrendo, que já nasceu sofrendo da máxima precarização com a falta de vínculo empregatício, falta de segurança nas ruas com prazos curtíssimos para as entregas, taxas baixíssimas para cada entrega, além de ter que utilizar do próprio veículo (que muitas vezes ainda é alugado).

Para não ser os trabalhadores e os mais pobres a pagarem por esta crise com suas vidas, é necessária a disponibilização de testes massivos, materiais de prevenção, ampliação de leitos e respiradores à toda a população, assim como proibir as demissões e garantir o pagamento de R$2.000,00 a cada trabalhador desempregado ou que não esteja recebendo para garantir sustento a todos. Tais medidas não são do interesse de Bolsonaro e sua laia de ministros reacionários que querem que a população seja bucha de canhão nessa crise para garantir o lucro dos grandes empresários.

é preciso encher de solidariedade a luta dos motoboys e entregadores de Ifood de Jundiaí, mostrando o exemplo para essa categoria que em todo o país vem sofrendo com a precarização e as péssimas condições de trabalho. É necessário organizar a luta e a mobilização para que que os trabalhadores consigam seus direitos retirados pelas reformas. Através da luta é possível que impor que a crise não seja descarregada nas costas dos trabalhadores, e que sejam os capitalistas que paguem por ela.




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