Política

RIO DE JANEIRO

Neonazista do PSC é candidato a vereador do Rio de Janeiro

Conhecido por seu posicionamento de extrema direita e por ser neonazista assumido, Marco Antônio é candidato a vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Social Cristão, o mesmo da família Bolsonaro e do Pastor Marco Feliciano.

Guilherme de Almeida Soares

São José dos Campos

segunda-feira 12 de setembro| Edição do dia

Em 2015, Marco Antônio causou polÊmica na Câmara do Rio ao participar de uma audiência da Comissão de Direitos Humanos com os trajes idênticos aos usados de Adolf Hilter, além do mesmo bigode e cabelo. Na ocasião, ele foi apoiar o projeto Escola Sem Partido, do vereador Carlos Bolsonaro.

O golpe institucional organizado pela direita abre espaço para que setores mais reacionários se fortaleçam e coloquem suas asinhas de fora. Num momento da conjuntura do país em que os direitos dos trabalhadores, mas também das mulheres, dos negros e dos LGBTTS estão no alvo daqueles que organizaram esta manobra reacionária, os golpistas dão mais espaço aos setores mais reacionários da sociedade, o PT com os ataques a classe trabalhadora e conciliação com figuras da direita coo Feliciano abriu espaço para a direita que agora quer flamejar suas bandeiras.

Com o aprofundamento da luta de classes que tende acontecer por conta das medidas que estão sendo anunciadas pelo o golpista Michel Temer, setores reacionários como o ‘’professor’’ neonazista cada vez mais vão destilar o seu ódio contra os trabalhadores e demais setores populares da sociedade.

Por sua vez, é preciso denunciar esta democracia que está a serviço dos grandes empresários e banqueiros. Jovens são presos arbitrariamente em manifestações, há intermináveis restrições eleitorais à esquerda, mas um nazista pode fazer campanha livremente.

As ‘’regras’’ desta democracia burguesa faz com que pessoas como o ‘’professor’’ Marco Antônio se fortaleçam e encontrem uma posição privilegiada para pregar suas posições reacionárias. Neste sentido é necessário um plano de luta contra as privatizações, os ataques aos direitos trabalhistas e também contra esta direita que cada vez mais sente a vontade em colocar sua asa de fora, para isso é necessário erguer uma radical e intransigente defesa da independência de classe.




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