Economia

ECONOMIA

Na 11ª queda seguida, Banco Central reduz a estimativa de crescimento da economia para 1,45%

Os economistas reduziram a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 1,49% para 1,45%. Foi a décima primeira queda consecutiva do indicador. previsão de inflação para este ano permaneceu estável em 4,04%. Números são do relatório do Banco Central.

segunda-feira 13 de maio| Edição do dia

A previsão esta no boletim "Focus", divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

No fim de março, o Banco Central estimou expansão de 2% para a economia brasileira neste ano e o Ministério da Economia projetou um crescimento de 2,2% para 2019. Desde essa data as previsões vêm caindo consecutivamente para o ano de 2019. O Bradesco também reduziu sua projeção para o ano de 1,9% para 1,1%, a mesma taxa do ano passado. Esta sequencia de quedas nos números podem colocar o país na classificação de recessão técnica já neste inicio do governo Bolsonaro.

Para 2019, os economistas do mercado financeiro mantiveram a expectativa de inflação estável em 4,04%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação – em linha com a meta central, de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

O mercado manteve em 6,5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Esse é o índice atualmente em vigor. Com isso, o mercado segue prevendo juros estáveis neste ano. Para o fim de 2020, a previsão continuou em 7,5% ao ano. Desse modo, os analistas continuam prevendo alta de um ponto percentual nos juros no ano que vem.




Tópicos relacionados

Governo Bolsonaro   /    Banco Central   /    PIB   /    Economia

Comentários

Comentar