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Ministro Barroso reconhece que o processo de Lula foi “express”

Para os objetivos políticos do judiciário de roubar o direito da população votar em quem quiser, vale julgar sem sequer ler a defesa, vale conduzir “a jato” o processo. Isto fica explícito nas palavras do ministro Barroso.

sexta-feira 31 de agosto| Edição do dia

Atualizado às 18:28

Está acontecendo o julgamento da candidatura de Lula neste momento. Já foram feitas as falas do ministro Barroso lendo o relatório, as sustentações orais do partido Novo, do PSL de Bolsonaro e de Raquel Dodge requerendo a cassasação da candidatura de Lula. Neste momento a defesa de Lula está fazendo uso da palavra.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), encerrou na tarde desta sexta-feira, 31, a leitura do relatório do processo do registro do Nesex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O julgamento do caso Lula, tal como ocorreu em todo processo tem sido marcado por uma rapidez e arbitrariedade ímpar. Essa arbitrariedade tem como objetivo roubar o direito da população votar em quem quiser.

Ao ler seu relatório, Barroso, que é um conhecido defensor da Lava Jato e do golpismo declarou "Estou sendo o mais analítico possível nas teses da defesa, até mesmo pelo pouco tempo que os colegas tiveram para apreciar essa matéria".
Barroso deixou claro que não pode ele mesmo ler toda a defesa, entregue ontem à noite e que os demais juízes também não leram.

A flagrante arbitrariedade com objetivo de favorecer um “escolhido a dedo” para ocupar a presidência da República fica patente nas falas dos ministros. O Esquerda Diário defende incondicionalmente o direito da população votar em quem quiser, mesmo que não apoiamos o voto em Lula ou qualquer candidatura do PT que abriu caminho ao golpismo e para a extrema-direita.




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