MULHERES CONTRA O BOLSONARO

Ministério Público investiga crime contra o grupo “mulheres contra Bolsonaro”

O MP da Bahia está investigando o hackeamento do grupo “mulheres contra Bolsonaro”. As criadoras do grupo tiveram contas do Facebook e até o celular invadidos.

quinta-feira 20 de setembro| Edição do dia

As criadoras do grupo que alcançou mais de 2 milhões de participantes contra o reacionário candidato Jair Bolsonaro (PSL), entraram com uma ação no ministério público para descobrir quem hackeou o grupo e suas contas e telefones pessoais.

O incrível alcance, rápido e massivo, que chegou o grupo gerando atos por todo o país fez que com apoiares de Bolsonaro roubassem a página e mudassem seu nome para “mulheres com Bolsonaro” e o usaram para espalhar o já conhecido reacionarismo do candidado Bolsonaro. Mas o próprio Facebook restabeleceu a página ao nome original.

As denúncias das criadoras junto ao MP-BA serão investigadas por grupos especializados em ataques cibernéticos como o Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos (Nucciber) entre outros grupos de apoio à mulher e de combate à discriminação.

A extrema direita em um ato de desespero tentou hackear um grupo criado de forma espontânea e com mais de 2 milhões de participantes. Contudo, isso não foi capaz de desmobilizar o movimento de mulheres que já se vê nas redes sociais e que promete grandes atos no dia 29 contra o Bolsonaro.




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