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MINAS GERAIS

Minas: sobe para 11 mortes provocadas pelas chuvas nas cidades mineiras

Os primeiros dois dias do ano foram marcados por uma forte tempestade em Minas Gerais, onde 18 cidades do Estado decretaram situação de emergência por conta dos estragos causados por inundações, enxurradas, alagamentos e chuvas de granizo e mais 27 municípios foram afetados pelas fortes chuvas. Segundo levantamento feito pela Companhia Urbanizadora e da Habitação de Belo Horizonte (Urbel) há em torno de 1.100 edificações em vilas e favelas da cidade são consideradas em situação de risco alto.

sexta-feira 3 de janeiro| Edição do dia

Na Zona da Mata, a estrada está interditada depois que uma cratera caiu em trecho da MG-447 entre os municípios de Ervália e Coimbra, mas ninguém se feriu. A área mais afetada é a Grande BH, onde as chuvas deixaram um rastro de destruição, com vias interrompidas, veículos submersos, casas alagadas e apagões de energia elétrica. Apesar de não haver vítimas, a capital está em alerta de risco geológico, principalmente pela previsão que haja mais chuva, pelo menos até domingo.

Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual, a primeira morte em decorrência do período chuvoso aconteceu no dia 22 de outubro de 2019, que faz parte do período chuvoso da região, e a partir da intensificação das chuvas no começo de 2020, subiu o número de óbitos para 11 mortes, nas cidades mineiras sendo a maioria das mortes causadas pelas enxurradas, muito comuns de acontecerem neste período de chuvas.

Exatamente por não serem casos isolados ou repentinos, não podemos tratar essa situação de Minas como um desastre natural. O Governador Romeu Zema (Novo), é responsável pelas mortes e pelas famílias que ficaram desabrigadas e perderem seus pertences. É necessário a implementação já de um plano de emergência e prevenção para que não seja os trabalhadores e a população mineira, que paguem inclusive com a vida, por esses fenômenos previsíveis.




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