PERSEGUIÇÃO E AGRESSÃO A MILITANTE

Militante do PSOL administradora do grupo de mulheres do Facebook é agredida violentamente

Maria, militante do Psol e uma das organizadoras do grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, foi agredida por três homens na última segunda-feira (24) no Rio de Janeiro.

terça-feira 25 de setembro| Edição do dia

Maria, militante do Psol e uma das organizadoras do grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, foi atacada por homens armados na porta de sua casa por três homens no dia de hoje. Os homens estavam em um táxi quando a abordaram com socos, chutes e coronhada quando ela chegava em sua residência.

Maria, filiada ao Psol e coordenadora da campanha do candidato a Deputado Estadual Sérgio Ricardo Verde, foi atendida no Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador, e depois seguiu para a 37ª Delegacia de Polícia da região para prestar depoimento.

No último sábado (29), militantes do Psol foram atacados pela polícia em Magé. É notória a perseguição ao PSOL no Rio de Janeiro, desde os materiais de campanhas sendo arbitrariamente apreendidos, até comícios sendo proibidos em determinados locais controlados por milicianos e ataques de bolsonaristas. No Rio de Janeiro, os grupos organizados de agressores armados tem a conivência dos agentes públicos do estado, que até agora não encontraram quem assassinou Marielle, vereadora do PSOL, e não mostram mais nenhuma preocupação em dar satisfações sobre o caso escandaloso.

Nós do Esquerda Diário repudiamos totalmente esses ataques que exigem uma resposta por parte da esquerda e dos trabalhadores.




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