Sociedade

50 ANOS METRÔ DE SP

Metrô de SP "comemora" 50 anos com Linha 1 totalmente paralisada, caos e superlotação

Além da Linha 1, as estações inauguradas as pressas por Alckmin foram também fechadas, e enquanto a população fica no sufoco e no caos da manhã de hoje atual governo prefere fazer "festa" na Estação Sé

terça-feira 24 de abril| Edição do dia

Em mais um episódio do descaso do governo estadual de SP essa manhã o Metrô “comemora” seus 50 anos de existência com falta de energia elétrica nos trilhos (que até então não se sabe exatamente o motivo) com a paralisação total da maior linha do Metrô de SP, a Linha 1-Azul que liga norte a sul da maior cidade da América Latina. As Linhas 2 - Verde e 3 - Vermelha também tiveram redução de velocidade devido à falha na Linha 1. Na linha 15 - Prata do monotrilho, quatro estações recém-inauguradas às pressas pelo então governador Geraldo Alckmin (PSDB) também foram fechadas por falhas mecânicas, segundo a Folha de SP.

O metrô de São Paulo anunciou o fechamento de todas as 23 estações da Linha 1-Azul na manhã desta terça-feira, 24, por medidas de segurança. O caos prevaleceu das 8h50 às 10h15, horário de grande circulação de usuários nos transportes. Mais cedo, falta de energia atingiu o trajeto entre as estações da Luz e da Vila Mariana.

Usuários do Metrô andam em meio à túnel no meio do caos

A empresa segue apurando o problema ocorrido hoje, mas assim como vem acontecendo com a educação e a saúde, os governantes e empresários de São Paulo e do país em geral seguem deixando os trabalhadores a própria sorte fechando os olhos propositalmente para os problemas das grandes cidades; a intenção é clara: Permitir que os serviços fiquem cada vez mais precários para que assim possam ter a possibilidade (já almejada há muito tempo) de vender os serviços públicos às grandes empresas para justificar privatizar, desmantelando os serviços públicos, para que seus lucros sigam aumentando e para que os privilégios deles e dos políticos (muitos deles empresários também) permaneçam intactos e para que nós usuários e trabalhadores dos transportes sigamos pagando por uma crise que não criamos. Somente a estatização sob controle dos trabalhadores e usuários podem garantir um transporte público e de qualidade à todos.




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